
Messi voltou ao centro do debate: neste sábado, 4 de julho de 2026, o atacante Lionel Messi (atacante, Inter Miami) foi tema de um comentário polêmico do ex-meio-campista da Seleção Brasileira e comentarista Silas, que afirmou que “Messi só não é melhor do que o Pelé” durante o programa em que participou.
Silas, ex-meio-campista da Seleção Brasileira e hoje comentarista, colocou o argentino lado a lado com o Rei do futebol: Pelé (atacante, aposentado, ex-Santos e Seleção Brasileira). A declaração reacende aquela velha conversa entre gerações sobre quem merece o posto de maior jogador da história.
“Por isso que eu disse, pra mim, que joguei na Argentina e tenho muitos amigos. Messi só não é melhor do que o Pelé. O Maradona era muito mais carismático e os argentinos dizem que o Messi não é argentino, é europeu, porque foi pra lá muito menino. Para mim, passou (Messi ser o melhor jogador argentino da história).”
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O comentário foi feito na edição do programa apresentada por João Vitor Xavier; Silas participou da atração que discute o mercado do futebol e seus bastidores. A participação reacendeu reações nas redes e conversas entre torcidas no Rio e no país.
Lionel Messi, ouro recente da Argentina com títulos importantes como a Copa do Mundo de 2022 (atacante, Inter Miami), é alvo constante desse tipo de comparação. Pelé, por sua vez, entrou para a história com as Copas de 1958, 1962 e 1970, feitos que moldaram sua lenda no século XX.
Análise: por que a discussão não cansa
O debate entre Pelé e Messi mistura conquistas individuais, títulos e contexto histórico — elementos que dificilmente se comparam de forma direta. Pelé construiu sua soberania em um futebol com outras características táticas e físicas; Messi atingiu feitos em uma era de globalização do esporte, clubes ricos e competições internacionais diferentes.
Para o torcedor brasileiro, essas comparações passam também pela memória dos estádios: tardes no Maracanã e atuações decisivas que viraram lenda. Do outro lado, a carreira de Messi tem números e prêmios que alimentam argumentos técnicos e estatísticos.
Silas traz à tona outro nome recorrente nas discussões: Diego Maradona (meia-atacante, falecido), cuja relação com a torcida argentina e com a própria imagem de craque carismático segue viva nas lembranças.
Impacto no Brasil
Entre comentaristas e torcidas, colocar Messi e Pelé na mesma frase mexe com a paixão do público. Em clubes do Rio e bares do centro, a conversa sobre o melhor da história é assunto para qualquer rodada de Brasileirão ou disputa de Libertadores — e não deve parar tão cedo.
O posicionamento de Silas é mais um capítulo dessa saga. A comparação, como sempre, vai depender do critério de quem opina: número de títulos, talento individual, influência no jogo ou em momentos decisivos.
Não se trata de decretar um vencedor definitivo, mas de entender como cada era do futebol imprime seus ícones. E, enquanto torcedores discutem, o espetáculo continua: é disso que o futebol carioca — e brasileiro — vive.



