
Bruno Guimarães (volante/meia, Newcastle United) rebateu o favoritismo do Brasil na 1ª frase da coletiva realizada neste sábado, 4 de julho de 2026, às vésperas das oitavas de final da Copa do Mundo contra a Noruega. O jogador deixou claro que a Seleção não subestima o adversário e espera um jogo truncado.
“Quem conhece de futebol sabe a qualidade da Noruega. Eles não estão nas oitavas por acaso”, disse Bruno, lembrando a solidez do adversário e minimizando qualquer tom de soberba. A declaração veio acompanhada de elogios à organização tática dos noruegueses.
Expectativa sobre a mudança de função
A possível alteração na função de Bruno Guimarães surge após a lesão de Lucas Paquetá (meia, West Ham United), que abriu espaço no meio. O jogador confirmou que o técnico Ancelotti testou variações táticas durante a semana, e que a definição depende do que o treinador optar para neutralizar as bolas aéreas e a transição do rival.
“Se for alguém mais ofensivo, vou ter um papel mais defensivo para recompor. Vai depender do que o mister vai optar”, explicou Bruno, curto e direto — tom que combina com quem sabe carregar o meio-campo tanto no clube quanto na Seleção.
Análise e impacto para a Seleção
Bruno Guimarães tem sido um pilar do meio-campo brasileiro e do Newcastle United, conhecido pela capacidade de recuperar bolas, progressão com a bola e visão de jogo. Essa versatilidade é justamente o que dá a Ancelotti opções para fechar espaços e sair em transição rápida.
Do ponto de vista tático, a mudança de função pode significar mais equilíbrio defensivo sem sacrificar construção ofensiva — um ajuste que faz sentido diante de um adversário que aposta em bola aérea e infiltração pelas pontas. Em eliminatórias ou jogos de mata-mata, essa flexibilidade costuma pesar.
Bruno falou ainda sobre preparação: treino focado em anular pontos fortes do adversário e atenção máxima para não dar espaço. A mensagem foi direta ao torcedor: confiança no trabalho coletivo e respeito pela Noruega.
Na cobertura dos grandes jogos, a expectativa é ver como o Brasil alinhará posse e marcação no meio, e se Bruno manterá o ritmo que o tornou figura central nos últimos anos.



