Tim Payne chega a 5,6 milhões de seguidores e supera 18 convocados da seleção brasileira

Tim Payne com camisa da seleção da Nova Zelândia segurando a bola
Imagem: Divulgação / Reprodução

Tim Payne alcançou 5,6 milhões de seguidores no Instagram nesta quarta-feira (10/06/2026), após uma campanha viral nas redes sociais que colocou o lateral-direito da Nova Zelândia em evidência internacional. O crescimento exponencial começou depois que o influenciador argentino Valen Scarsini, conhecido como El Scarso, desafiou seus seguidores a tornar famoso o jogador com menos seguidores na Copa do Mundo. Em 27 de maio Payne tinha apenas 4.715 seguidores, segundo os números públicos do perfil, e viu a conta disparar nas duas últimas semanas. O salto colocou o neozelandês à frente de dezenas de atletas com muito mais carreira e visibilidade.

A mobilização digital foi rápida e intensa: posts, duetos e compartilhamentos multiplicaram o alcance do atleta, que passou a receber mensagens de fãs do mundo todo. Tim Payne, lateral-direito da seleção da Nova Zelândia, tem agora uma presença que ultrapassa o tamanho da própria população do país oceânico, estimada em cerca de 5,3 milhões de pessoas. A repercussão trouxe também atenção para a Copa do Mundo e para a forma como influenciadores podem transformar perfis até então discretos em fenômenos globais. Para um jogador que atuou longe dos holofotes europeus, o efeito das redes representa uma mudança de patamar rápida e concreta.

Comparação com jogadores da seleção brasileira

No ranking de seguidores citado em 10/06/2026, Tim Payne já aparece à frente de 18 dos 26 convocados por Carlo Ancelotti para a seleção brasileira. Entre os nomes com maiores números, destacam-se Neymar, atacante do Al-Hilal, com 234 milhões; Vinícius Júnior, atacante do Real Madrid, com 59,9 milhões; e Casemiro, meio-campista do Manchester United, com 22,2 milhões. Também aparecem Raphinha, atacante do Barcelona (19,9 milhões), Endrick, atacante do Real Madrid (18,4 milhões), e Lucas Paquetá, meio-campista do West Ham United (12,5 milhões). Esses dados mostram o abismo entre os megastars do futebol e um caso atípico como o de Payne, que avançou por mobilização online.

Contexto e análise

O episódio de Tim Payne exemplifica como as redes sociais redistribuem atenção e valor no futebol moderno: além de público, seguidores significam potencial comercial e curiosidade do mercado. Jogadores com grande alcance digital costumam atrair patrocinadores e ampliar a projeção de seus clubes, algo que também impacta torneios como a Libertadores e o Brasileirão, cujas transmissões e receitas são sensíveis ao apelo internacional dos atletas. No Brasil, onde estádios como o Maracanã continuam a ser vitrines para talentos e para a torcida, essa visibilidade global pode reforçar a ligação entre clubes e marcas internacionais.

O que muda para Payne

Para Tim Payne, o salto nos seguidores pode abrir portas fora de campo, com convites para aparições, contratos comerciais e maior atenção da mídia. Apesar da onda, é preciso lembrar que desempenho esportivo e estabilidade no clube seguem determinantes para a carreira dentro de campo. Até aqui, a mudança é sobretudo de imagem: um lateral-direito da Nova Zelândia ganhou alcance comparável ao de atletas consagrados e colocou o nome do seu país em conversas futebolísticas pelo planeta. Para a comunidade futebolística, fica o registro de que as redes sociais continuam a remodelar quem vira figura pública no esporte.

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