Seleção espanhola chega a 36 jogos sem perder e fica a um de recorde histórico

Jogadores da seleção espanhola comemorando um gol no SoFi Stadium
Imagem: Divulgação / Reprodução

A seleção espanhola chegou a 36 partidas sem perder ao derrotar a Bélgica por 2 a 1 nesta sexta (10 de julho de 2026), no SoFi Stadium, em Los Angeles, e garantiu vaga na semifinal da Copa do Mundo.

O triunfo sobre os Diabos Vermelhos serviu não só para confirmar a condição de favorita nesta fase do torneio, como também aproximou a Fúria de um marco raro entre seleções: o recorde absoluto de invencibilidade de 37 partidas, hoje pertencente à Itália.

Jornada de invencibilidade da Fúria

Desde a última derrota, em 22 de março de 2024, contra a Colômbia, a seleção espanhola acumulou uma sequência que mistura jovens talentos e jogadores consolidados. No elenco, nomes como Pedri (meio-campista, Barcelona) e Rodri (volante, Manchester City) ilustram a mescla que o técnico montou para tocar a bola e controlar partidas.

A campanha recente inclui a conquista da Eurocopa de 2024, com a vitória sobre a Inglaterra na final, e a participação destacada na Nations League da UEFA, quando foi vice-campeã. Essas competições ajudaram a cimentar um time que hoje vive seu melhor momento técnico e moral.

O que falta para o recorde

Com 36 jogos invicta, a Espanha precisa igualar o recorde italiano de 37 partidas para empatar e de 38 para superá-lo. Na prática, isso significa manter a invencibilidade na semifinal e, em caso de classificação, também na decisão — incluindo prorrogação, se necessária.

O recorde italiano foi estabelecido entre 2018 e 2021; igualá‑lo ou ultrapassá‑lo colocaria a geração espanhola entre as maiores sequências da era moderna das seleções, com reflexos tanto na poseção de bola quanto na confiança tática do grupo.

É cedo para previsões definitivas, mas a combinação de resultados recentes e de um elenco que alterna criatividade e controle de jogo dá à Espanha argumentos suficientes para sonhar com o topo absoluto.

O próximo adversário e a data da semifinal ainda definem o calendário exato da tentativa de igualar o recorde, mas uma coisa é certa: a Fúria chega à reta final do Mundial com moral e com o apetite de quem quer escrever história.

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