
Messi (atacante, Inter Miami) igualou nesta quarta-feira, 15 de julho de 2026, o recorde de finais disputadas em Copas do Mundo ao avançar à decisão depois da Argentina vencer a Inglaterra por 2 a 1 na Copa do Mundo de 2026.
A marca de três finais coloca Lionel Messi ao lado de Cafu (lateral-direito, aposentado) na história do torneio: Messi esteve nas decisões de 2014, 2022 e agora 2026.
O que aconteceu
Na partida decisiva do sábado que definiu a vaga — um duelo de mata-mata em 15 de julho — a Argentina venceu por 2 a 1 e carimbou presença em mais uma final mundial. Foi o suficiente para que Messi somasse mais um capítulo à sua carreira internacional.
Em 2014, Messi já tinha disputado a final no Maracanã, quando a Argentina foi derrotada pela Alemanha por 1 a 0 na prorrogação. Em 2022, o camisa 10 teve o gosto da vitória: campeão com a Albiceleste após a decisão contra a França nos pênaltis, num jogo que ficou marcado pela emoção até o fim.
Contexto histórico
Cafu é o outro nome com três finais disputadas: participou das decisões de 1994 (título do Brasil sobre a Itália nos pênaltis), 1998 (derrota para a França) e 2002 (título sobre a Alemanha). Ambos, Cafu e Messi, escreveram histórias diferentes no futebol — um lateral símbolo de trajetória no futebol brasileiro, outro atacante que mudou a dimensão da Argentina nas últimas décadas —, mas agora igualmente presentes no seleto grupo de jogadores com três finais mundiais.
O encaixe é curioso: enquanto Cafu era a imagem da lateral incansável que levou o Brasil ao pentacampeonato em 2002, Messi segue ampliando um legado que já inclui uma Copa do Mundo e incontáveis feitos em clubes e seleções.
O jogo e o que vem pela frente
O triunfo argentino por 2 a 1 sobre a Inglaterra garantiu a vaga na final. Agora, a Albiceleste segue para a decisão do Mundial, onde buscará confirmar a condição de favorita. Do lado inglês, a eliminação fecha uma campanha que teve altos e baixos, mas terminou antes do sonho do título.
Para o torcedor carioca — que respira futebol a cada esquina do Rio, lembrando do Maracanã em dias decisivos — a façanha de Messi chega como notícia grande: é final, é drama e é história.
Quem assina a linha de frente nos próximos dias terá que lidar com a pressão de um jogo único, com estádios lotados e uma expectativa que vive entre a crônica e a tensão dos pênaltis. O futebol segue mostrando por que a gente não desgruda a tela.



