
A artilharia da Copa ficou mais embolada depois da derrota da Inglaterra para a Argentina por 2 a 1, nesta quarta-feira (15), em Miami: os gols e a tabela individual ganharam novo contorno com a eliminação inglesa na disputa pelo título.
O revés elimina a Inglaterra da final, mas não da briga pelos artilheiros — o elenco inglês ainda tem a partida pelo terceiro lugar contra a França, no sábado (18), no Hard Rock Stadium, em Miami, que pode alterar as posições dos candidatos ao prêmio.
Atacantes e meias de seleções como França, Argentina, Inglaterra e Noruega seguem na corrida. Kylian Mbappé (atacante, França) e Lionel Messi (atacante, Argentina) dividem a ponta com oito gols; Erling Haaland (atacante, Noruega) tem sete; Jude Bellingham (meio-campista, Inglaterra) e Harry Kane (atacante, Inglaterra) aparecem logo atrás, com seis.
Veja a artilharia atualizada
- Kylian Mbappé — atacante, França (8 gols)
- Lionel Messi — atacante, Argentina (8 gols)
- Erling Haaland — atacante, Noruega (7 gols)
- Jude Bellingham — meio-campista, Inglaterra (6 gols)
- Harry Kane — atacante, Inglaterra (6 gols)
- Mikel Oyarzabal — atacante, Espanha
- Ousmane Dembélé — atacante, França
- Julián Quiñones — atacante, Colômbia
- Vinicius Júnior — atacante, Brasil
- Ismaïla Sarr — atacante, Senegal
Contexto e impacto
O terceiro lugar vira, às vezes, cenário inesperado para artilheiros: partidas com pouco a perder e muita vontade podem render gols extras e mexer na disputa individual. Para torcedores que acompanham a Copa entre trabalho e ônibus, cada jogo é um capítulo que ameaça virar o roteiro dos prêmios individuais.
Historicamente, prêmios de artilharia tendem a premiar atacantes que enfrentam seleções mais abertas nas fases finais — por isso a presença de nomes como Mbappé, Messi e Haaland no topo não surpreende. A chance de Bellingham e Kane de alcançarem os líderes passa por gols no sábado; já Messi pode ampliar a vantagem no domingo, dependendo do calendário de sua seleção.
Do Maracanã ao Hard Rock Stadium, a luta pelos gols mantém dramática a reta final do torneio. O que muda é a emoção: para o torcedor carioca, é jogo grande quando a bola rola e qualquer noite pode virar história.



