Bruno Guimarães perde pênalti nas oitavas e encerra marca de 40 anos da Seleção

Bruno Guimarães cobrando pênalti com a camisa da Seleção Brasileira
Imagem: Divulgação / Reprodução

Bruno Guimarães (volante, Newcastle United) perdeu um pênalti aos 13 minutos do primeiro tempo neste domingo (5), no duelo contra a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo.

O erro do camisa 8 quebrou uma sequência rara: foi a primeira cobrança desperdiçada pela Seleção Brasileira em tempo regulamentar de uma Copa desde 1986.

O que aconteceu

O volante teve a chance de abrir o placar de pênalti, converteu a cobrança em chute, mas a bola não entrou. O lance interrompeu uma marca que durava quatro décadas e trouxe um silêncio rápido, típico de jogo de mata-mata.

Histórico de pênaltis perdidos em Copas

Antes de Bruno Guimarães, o último pênalti perdido pela Seleção em tempo de jogo foi de Zico (meia, ex-jogador) na Copa de 1986, contra a França pelas quartas de final. Naquele Mundial do México, a cobrança perdida teve papel importante no desfecho do confronto, que acabou decidido nos pênaltis em favor dos franceses.

Em toda a história da Seleção em Copas, erros em cobranças durante o tempo regulamentar são raríssimos: além de Zico e agora de Bruno, registros citam Waldemar de Brito (atacante, ex-jogador) em 1934 e Patesko (atacante, ex-jogador) em 1938.

Contexto e impacto

O pênalti perdido não apaga a qualidade do meio-campo brasileiro, nem a importância de Bruno Guimarães para a equipe. Ainda assim, em jogos de eliminação direta cada lance toma proporção. Técnicos e torcida sabem que episódios como esse cobram reação imediata do coletivo.

Bruno, titular e referência no miolo, terá que administrar a pressão nas próximas partidas. A Seleção segue viva na competição; o triunfo ou eliminação virá no tempo do jogo — com ou sem cobrança de penalidade.

Brasil x Noruega

O duelo vale vaga nas quartas de final da Copa do Mundo: quem vencer avança. A partida teve momentos de tensão e, com o pênalti perdido, ganhou contornos dramáticos típicos de mata-mata.

Do lado dos brasileiros, a expectativa agora é por recuperação imediata do setor de meio-campo. A torcida, apreensiva, acompanha cada passe como se fosse final de campeonato.

Reportagem assinada por um repórter carioca que acompanha o futebol com olhar atento e paixão pelo espetáculo.

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