
Hakim Ziyech, meia-atacante marroquino do Galatasaray, é o principal alvo do Botafogo para reforçar o ataque: o clube carioca encaminhou a contratação nesta semana com vistas ao Brasileirão e à Copa do Brasil.
O acerto, segundo fontes internas do clube, envolve detalhes contratuais ainda em debate, mas a intenção do Glorioso é anunciar o jogador caso ambas as partes cheguem a um consenso. Ziyech, conhecido pela qualidade nas assistências e com passagem de destaque pelo futebol inglês, agrega experiência internacional ao elenco.
Ziyech jogou duas Copas
O torcedor sente no peito a expectativa: um meia criador com o pé esquerdo afiado poderia dar mais alternativas ao time na criação e nas bolas paradas. No Nilton Santos, o plano é que o jogador acelere a recomposição ofensiva do elenco em jogos decisivos do campeonato nacional.
Como está a negociação
Fontes ligadas à diretoria confirmam que a conversa está avançada, mas que ainda falta definir aspectos como duração do contrato e salários. Não há confirmação oficial sobre valores — o Botafogo também avalia impactos no fair play financeiro antes de selar qualquer acordo.
O que Ziyech traz ao elenco
Técnica e visão de jogo. Ziyech é um meia-atacante com histórico de criação e finalização de fora da área; sua chegada promete mais variação nas transições ofensivas do time. Além disso, a experiência em clubes europeus e em Copas do Mundo oferece uma margem de liderança que pode ser útil em partidas de pressão.
Na comparação com reforços estrangeiros recentes do futebol carioca, tratar com atenção a adaptação ao ritmo do Brasileirão é parte do processo. A diretoria aposta que a combinação entre técnica do jogador e o ambiente carioca ajudará na integração.
Impacto na temporada
Se confirmado, o negócio terá efeito direto nas ambições do Botafogo nas competições nacionais. O clube busca estabilidade ofensiva para encarar a maratona do calendário — Brasileirão e Copa do Brasil seguem como prioridades imediatas.
Do ponto de vista tático, Ziyech pode atuar como meia-centralizado ou aberto pela direita, variando o repertório do time e forçando adversários a reajustarem marcações em estádios como o Nilton Santos e, quando ocorrer, no Maracanã.
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