Álbum oficial da Copa lidera ranking de vendas em maio

Álbum de figurinhas da Copa do Mundo é a publicação mais vendida de maio | CNN Brasil
Imagem: Divulgação / Reprodução

A febre pela Copa do Mundo explodiu nas bancas e nas rodas de futebol do Rio. A competição, que começa em 11 de junho de 2026, alavancou as vendas e fez com que o álbum de figurinhas oficial do Mundial assumisse a liderança das publicações mais vendidas em maio. O levantamento da Publish News em parceria com a Nielsen aponta que a versão brochura do álbum já registrou 125.708 exemplares vendidos só em maio, com as vendas iniciando no fim de abril. A adesão nas lojas e nas bancas foi visível nas filas e nas conversas sobre trocas entre torcidas.

A segunda colocação do ranking também tem o Mundial no DNA: o livro ilustrado “Enaldinho na Copa”, no qual o influenciador conta histórias e curiosidades sobre a competição, ganhou destaque entre os leitores. O formato mais leve e a linguagem visual ajudaram nas vendas, especialmente entre públicos jovens. Essa presença de produtos temáticos mostra como a Copa virou evento cultural além do campo. Editoras e livrarias surfaram na onda, oferecendo lançamentos e edições especiais para os colecionadores.

A edição em capa dura do álbum aparece na sétima colocação do ranking Nielsen-Publish News, com 7.901 vendas em maio. A versão brochura está sendo vendida a R$ 24,90, enquanto a edição em capa dura sai por R$ 74,90. Para colecionadores assíduos, a capa dura tem apelo estético e de durabilidade, justificando o preço mais alto. Além do álbum, pacotinhos e itens colecionáveis movimentaram o comércio de quinquilharias esportivas nas vésperas do torneio.

Álbum da Copa tem o menor número de convocados em 40 anos

A convocação da Seleção Brasileira para a Copa foi divulgada na segunda-feira, 18 de maio de 2026, pelo técnico Carlo Ancelotti. Segundo análise ligada ao álbum da Panini, apenas 13 dos 18 jogadores estampados nas figurinhas foram de fato chamados por Ancelotti, resultando no pior índice de “aproveitamento” da empresa desde 1986. Essa discrepância entre o material de merchandising e a lista oficial virou assunto entre torcedores e colecionadores, que revisam suas coleções em busca das surpresas. O fenômeno também ressuscita debates sobre atualizações editoriais e o desafio de acompanhar convocações que mudam até a última chamada.

No Rio, a loucura é palpável: mengão, tricolor das laranjeiras, gigante da colina e o glorioso disputam não só rivalidade, mas a melhor troca de figurinhas nos fins de semana. Em frente ao Maracanã, em São Januário e no Nilton Santos, as bancas viraram pontos de encontro para torcedores que se preparam para seguir a seleção e os clubes no Brasileirão, na Copa do Brasil e na Libertadores. A coleção virou item de torcida e de memória afetiva, misturando paixão clubista com a febre pela Seleção. Até quem acompanha mais o Cariocão sentiu o impacto: as conversas sobre quem vai à Copa e quem fica de fora atravessam treinos e peladas da cidade.

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