
Folarin Balogun foi liberado para as oitavas da Copa do Mundo, e Christian Pulisic (meia-atacante, seleção dos Estados Unidos) disse que a revogação da suspensão “parece o correto”.
Decisão e reação
O atacante Folarin Balogun (atacante, seleção dos Estados Unidos), de 25 anos, estava suspenso após receber um cartão vermelho na vitória por 2 a 0, mas a punição foi revogada pela comissão disciplinar da FIFA neste domingo, 5 de julho de 2026. Balogun é o artilheiro da equipe na competição, com três gols.
Os jogadores ficaram sabendo da decisão enquanto seguiam para o treino na manhã de domingo (5 de julho de 2026). Christian Pulisic, camisa 10 da seleção dos EUA, comemorou a liberação: “Parece o correto. Estou muito feliz por ele ter essa oportunidade. Ver o sorriso no rosto dele e saber que poderá nos dar um impulso amanhã é ótimo.”
O lance e a revisão
No segundo tempo da partida de quarta-feira (1º), o árbitro brasileiro Raphael Claus aplicou o vermelho que gerou automaticamente a suspensão de uma partida, segundo as regras do torneio. Após análise, a Comissão Disciplinar da FIFA decidiu revogar a punição, permitindo que Balogun seja opção para as oitavas contra a Bélgica.
Para o time dos Estados Unidos, manter o seu principal goleador é um alívio tático: Balogun tem sido presença constante dentro da área e oferece uma alternativa de profundidade que muda a leitura dos adversários.
Contexto e impacto
Revogações de cartões no Mundial não são rotineiras, mas existem procedimentos formais para reverter punições quando há indícios claros de erro técnico ou interpretação equivocada do lance. A decisão da FIFA tende a ser vista como tentativa de corrigir uma aplicação da regra que poderia prejudicar a competitividade da fase eliminatória.
Do ponto de vista esportivo, a volta de Balogun reforça a aposta dos Estados Unidos no jogo direto e na finalização dentro da área — um problema a menos para Pulisic e companhia na hora de procurar alternativas ofensivas. Para a Bélgica, o cenário muda: enfrentar o artilheiro da competição exige ajuste tático e atenção redobrada no sistema defensivo.
O dia a dia da seleção
Nos treinos, a notícia trouxe alívio e mexeu no clima do grupo. Balogun, ao lado de Pulisic, volta a ser peça-chave na tentativa dos EUA de avançar na Copa do Mundo. O episódio também reacende o debate sobre arbitragem e revisão disciplinar em torneios grandes, tema que interessa não só aos torcedores americanos, mas a todos que acompanham o Mundial.
Com a fase de mata‑mata a todo vapor, a presença — ou ausência — de um nome como Balogun pode decidir partidas. O time corre agora para ajustar a preparação tática antes do duelo com a Bélgica, série que promete acontecer com todos os holofotes voltados para o ataque norte-americano.



