
Didier Deschamps levou a seleção francesa à terceira semifinal da Copa do Mundo 2026 na quinta-feira (9), garantindo ao treinador a marca que o coloca ao lado de Luiz Felipe Scolari e Helmut Schön entre os técnicos com três semifinais de Mundial.
Campeão em 1998 como jogador e em 2018 como técnico, Deschamps soma agora mais uma campanha de peso em Copas e amplia um legado que mistura consistência tática e capacidade de extrair o máximo do elenco.
Deschamps, o número e o contexto
No mesmo dia da classificação, Deschamps completou seu 25.º jogo em fases finais de Copa do Mundo — um total que, segundo levantamentos históricos, só havia sido atingido por Helmut Schön antes dele.
Essa soma de partidas em Mundiais mostra não só longevidade, mas presença em decisões: Deschamps comandou a França em 2018 (título), em 2022 (final) e agora em 2026 alcança a terceira semifinal sob seu comando.
O próximo desafio
Na semifinal da Copa do Mundo 2026, a França vai encarar o ganhador do confronto de sexta-feira, que ocorre às 16h (de Brasília), em Los Angeles.
O horário já está em horário de Brasília: 16h (GMT-3). A partida decidirá o adversário do Tricolor gaulês na luta por vaga na final do torneio.
Relembre as trajetórias de Felipão e Schon
Luiz Felipe Scolari disputou duas semifinais de Copa do Mundo com a Seleção Brasileira, em 2002 e em 2014, e uma como treinador de Portugal, em 2006. A campanha de 2002 culminou com o pentacampeonato do Brasil.
Helmut Schön, já falecido, foi o técnico da Alemanha Ocidental nas campanhas de 1966, 1970 e 1974. Após duas finais perdidas, Schön e os alemães conquistaram o título em 1974, em casa.
Hoje, apenas esse trio — Deschamps, Scolari e Schön — figura no pequeno grupo de técnicos com três semifinais de Mundial, um dado que ressalta a rara combinação de sorte, janela de tempo e competência necessária para chegar sempre entre os quatro melhores.
Uma observação final
Do banco para o gramado, dos anos 90 até 2026, a história de Deschamps segue sendo escrita em capítulos grandiosos. O torcedor vê ali um técnico que virou referência em fases decisivas — e, como todo bom roteiro de Copa, a emoção fica para o apito final.



