
Erling Haaland, atacante do Manchester City, tem mais um capítulo curioso no Mundial: em Miami, a camisa usada por seu pai, Alf‑Inge Haaland, está à venda por US$ 200 (cerca de R$ 1.000) na loja Classic Football Shirts, dias antes de Noruega x Inglaterra, quartas de final da Copa do Mundo, que será disputada em Miami no sábado, 11 de julho de 2026.
O achado em Miami
A peça anunciada é um modelo do Nottingham Forest, com o sobrenome Haaland e o número 18 às costas — pertence à época em que Alf‑Inge, ex‑meio‑campista/direito, defendeu o clube entre meados dos anos 1990.
Na vitrine da filial da Classic Football Shirts, o tal brechó especializado em camisas históricas, o uniforme aparece em bom estado e chamou atenção não só de colecionadores, mas também de jornalistas e torcedores que circulam pela cidade antes do jogo entre Noruega e Inglaterra.
Quem foi Alf‑Inge Haaland
Alf‑Inge Haaland atuou como meio‑campista e lateral direito em clubes da Premier League na década de 1990, incluindo Nottingham Forest, Leeds United e Manchester City — clubes que marcaram sua trajetória antes do fim da carreira.
Contexto esportivo
Erling Haaland, nascido na Inglaterra em 2000 enquanto o pai jogava por lá, vive na atualidade a condição de principal referência ofensiva da Noruega e do Manchester City. O confronto com a Inglaterra é uma das partidas de maior visibilidade da fase de mata‑mata da Copa do Mundo.
Para o torcedor, a presença de camisas históricas em praças como Miami é sintoma da globalização do mercado de memorabilia: peças ligadas a ícones do futebol moderno — como o filho Erling — valorizam itens antigos, mesmo quando pertencem a gerações anteriores.
O que isso diz sobre mercado e memória
Mais do que curiosidade, a venda aponta para um movimento claro entre colecionadores: camisetas de clubes ingleses dos anos 90 seguem procuradas nos Estados Unidos e na Europa. A peça de Alf‑Inge, vendida por US$ 200 (R$ 1.000 na cotação corrente), é um exemplo de como o legado de um jogador pode ganhar novo fôlego quando a família segue em evidência — no caso, por Erling Haaland, atacante do Manchester City.
Quem visita Miami neste fim de semana vai encontrar camisas de vários clubes expostas nas lojas; a raridade e o estado de conservação é que ditam o preço final nas prateleiras.
Antes do jogo
No sábado, quando Noruega e Inglaterra se enfrentarem nas quartas de final em Miami, a história do pai e do filho estará presente nas conversas dos torcedores — é mais um capítulo da relação entre gerações em torno da camisa do futebol.
Resta saber se, daqui a décadas, um brechó qualquer nos Estados Unidos não terá outro uniforme à mostra com o nome Haaland, mas desta vez ligado ao legado do filho.



