
Gabriel Martinelli (atacante, Arsenal) foi escalado por Carlo Ancelotti para ocupar a vaga de Lucas Paquetá (meia, West Ham United) no jogo deste domingo (5) pelas oitavas de final da Copa do Mundo.
O treinador italiano optou por Martinelli depois do gol que garantiu a classificação diante do Japão — o atacante do Arsenal vinha treinando entre os titulares nas atividades e ganhou a preferência por velocidade e verticalidade.
Contexto da opção de Ancelotti
Martinelli entra para dar profundidade pelo lado e explorar transições, uma leitura que Ancelotti tem usado no Brasil durante o torneio. Lucas Paquetá, quando titular, vinha oferecendo controle e chegada de meia, mas a lesão/situação tática abriu espaço para variar o desenho ofensivo.
Na avaliação prática: a seleção parte para as oitavas com nomes de perfil diferente — Casemiro (volante, Manchester United) e Bruno Guimarães (meio-campista, Newcastle United) segurando o meio; e jogadores de ataque como Vinícius Júnior (atacante, Real Madrid) e Gabriel Martinelli buscando mais dinamismo nas pontas.
Escalações de Brasil x Noruega
Brasil (início): Alisson (goleiro, Liverpool); Danilo (lateral-direito, Juventus); Marquinhos (zagueiro, Paris Saint-Germain); Gabriel Magalhães (zagueiro, Arsenal); Douglas Santos (lateral-esquerdo, Flamengo); Casemiro (volante, Manchester United); Bruno Guimarães (meio-campista, Newcastle United); Rayan (meia, Fluminense); Gabriel Martinelli (atacante, Arsenal); Matheus Cunha (atacante, Borussia Dortmund); Vinícius Júnior (atacante, Real Madrid).
Noruega (início): Nyland (goleiro, Luton Town); Ryerson (lateral, Rosenborg); Ajer (zagueiro, Celtic); Heggem (zagueiro, Molde); Moller Wolfe (lateral, RB Leipzig); Berge (meio, Sheffield United); Berg (meio, Celtic); Martin Ødegaard (meia, Arsenal); Nusa (pontas, Strasbourg); Sorloth (atacante, Toulouse); Erling Haaland (centroavante, Manchester City).
Análise rápida
É uma mudança de perfil: Paquetá (meia, West Ham United) dá mais condução e bola parada; Martinelli oferece profundidade, aceleração e ligação direta com os atacantes. Em mata-mata, essa diferença pode virar vantagem se o Brasil conseguir explorar os espaços nas costas da defesa adversária.
Historicamente, a seleção que soube alternar entre controle e transição rápida costuma se adaptar melhor em fases eliminatórias. A escolha de Ancelotti reflete essa busca por flexibilidade tática.
Onde assistir a Brasil x Noruega
- TV: emissoras abertas e canais esportivos nacionais transmitirão a partida ao vivo.
- Streaming: plataformas oficiais de transmissão do torneio e serviços de pay-per-view.
- Atualizações em tempo real: cobertura nas redes sociais das federações e perfis oficiais das seleções.
O torcedor carioca que acompanha pelo celular quer saber logo: Martinelli entra para acelerar, buscar o lado e dar mais estocadas. Se acertar os espaços, vira dor de cabeça para qualquer zaga — até para as que já enfrentaram Haaland (centroavante, Manchester City) com frequência.



