Vasco tenta a terceira semifinal seguida da Copa do Brasil e entra na reta decisiva com a missão de repetir um feito que não acontece desde a década de 1990.

O time do Gigante da Colina joga em casa, em São Januário, e aposta na força da torcida para consolidar a campanha na competição. A palavra de ordem é equilíbrio: a Copa do Brasil exige solidez defensiva e aproveitamento nas oportunidades.
Campanha recente
Em 2025, o Vasco foi vice-campeão da Copa do Brasil: 12 jogos, 4 vitórias, 6 empates e 2 derrotas — números que mostram um caminho de competição longa e cheia de emoção até a decisão.
Buscar a terceira semifinal seguida neste ciclo atual significa manter a regularidade num torneio que historicamente tem matizes de zebra e partidas de alto risco em jogos eliminatórios.
Histórico e comparação
O último período em que o Vasco alcançou três semifinais consecutivas remonta à década de 1990; a primeira aparição naquele ciclo foi em 1993, quando o clube se firmou nacionalmente em competições de mata-mata.
Repetir esse percurso hoje tem outra leitura: além do prestígio, a Copa do Brasil oferece ao campeão vaga direta na Copa Libertadores, o que aumenta a importância do torneio para clubes que planejam calendário e elenco pensando também em 2027.
O que muda para o elenco e a torcida
Para a arquibancada, chegar às semis novamente é combustível. Para a direção e comissão técnica, é sinal de que a estratégia adotada vem dando resultado em partidas de eliminação.
O Vasco projeta neutralizar adversários com marcação compacta e buscar as transições rápidas — receita que costuma render nos clássicos do Rio e em jogos no templo de São Januário.
Próximos passos
O calendário aperta, entre Brasileirão e Copa do Brasil, e a gestão de elenco será decisiva para manter a base forte até as fases finais. O torcedor sabe: no mata-mata, cada detalhe conta.



