Suíça elimina Colômbia nos pênaltis e avança às quartas da Copa do Mundo

Gregor Kobel defendendo pênalti na disputa entre Suíça e Colômbia em Vancouver
Imagem: Divulgação / Reprodução

A suíça colômbia terminou com a vaga para os europeus: a Suíça eliminou a Colômbia nos pênaltis nesta terça-feira (7), em Vancouver, e avançou às quartas de final da Copa do Mundo após empate em 0 a 0 no tempo normal.

A decisão veio nas cobranças: Gregor Kobel (goleiro da Suíça) pegou a cobrança de Cucho Hernández (atacante da Colômbia) e garantiu o triunfo suíço por 4 a 3. Manuel Akanji (zagueiro da Suíça) isolou sua cobrança, enquanto Davinson Sánchez (zagueiro da Colômbia) acertou o travessão.

Sobre o jogo

O duelo em Vancouver foi de muito corte e pouca inspiração ofensiva. A partida teve equilíbrio do começo ao fim: chances esparsas e defesas importantes manteram o 0 a 0 até as penalidades.

A Colômbia assustou aos 21 minutos quando Gustavo Puerta (volante da Colômbia) finalizou de fora e Kobel fez boa defesa. Do lado suíço, Fabian Rieder (meia da Suíça) e Dan Ndoye (ponta da Suíça) levaram perigo em jogadas de linha de fundo que quase resultaram em gol.

Na prorrogação as melhores oportunidades seguiram sem definição. Jhon Lucumí (zagueiro da Colômbia) chegou a carimbar o travessão e o nervosismo cresceu antes da loteria dos pênaltis — onde a experiência do goleiro suíço pesou.

Fim das contas e consequência imediata

Com a vitória por 4 a 3 nas penalidades, a Suíça garantiu confronto contra a Argentina no próximo sábado (11), às 22h (de Brasília), no Arrowhead Stadium, em Kansas. A equipe europeia agora chega às quartas pela quarta vez na história, a primeira desde 1954.

A Colômbia se despede nas oitavas, repetindo campanhas anteriores em 1990 e 2018; seu melhor desempenho recente segue sendo as quartas de 2014.

Contexto e análise

Para a Suíça, o avanço é resultado de solidez defensiva e da ascensão de um goleiro confiável: Kobel vem sendo peça-chave em grandes jogos. Historicamente, os suíços nunca passaram das quartas, e voltar a esse patamar após 72 anos tem forte valor simbólico para a seleção europeia.

Do ponto de vista tático, o encontro com a Argentina exigirá que a Suíça mantenha a disciplina defensiva e tente explorar transições rápidas; já a Colômbia precisa revisar finalizações e aproveitar melhor a posse que teve em momentos cruciais.

Em campo, nomes como Zeki Amdouni (atacante da Suíça) e Djibril Sow (meia da Suíça) apareceram com tentativas perigosas, mas faltou o último passe decisivo. Para os colombianos, Campaz (ponta da Colômbia) foi ativo e quase mudou o jogo em lances isolados.

O cenário agora é claro: a Suíça carrega o moral de uma classificação sofrida e enfrenta a Argentina em jogo que promete ser físico e de estratégias fechadas. O futebol, como sempre, será quem decide.

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