Pulisic diz que jogar a Copa do Mundo de 2026 em casa é vantagem para os EUA

Pulisic, dos EUA, aposta em vantagem de jogar a Copa do Mundo em casa | CNN Brasil
Imagem: Divulgação / Reprodução

O atacante Christian Pulisic (AC Milan) afirmou que a atual seleção dos Estados Unidos é a mais forte da qual já fez parte. O jogador destacou a qualidade e a profundidade do elenco como motivo de otimismo às vésperas da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos EUA, Canadá e México. Pulisic falou com firmeza sobre o momento do time e a expectativa de crescer junto com a torcida em casa. A declaração chega enquanto a preparação para o torneio esquenta entre amistosos e decisões de clubes.

Principal nome do futebol norte-americano nas últimas temporadas, Pulisic lembrou a responsabilidade de vestir a camisa da seleção. Ele citou nomes do grupo que prometem força e versatilidade, como o atacante Folarin Balogun (atacante, seleção dos Estados Unidos), o atacante Tim Weah (atacante, seleção dos Estados Unidos), o meio-campista Weston McKennie (meio-campista, seleção dos Estados Unidos) e o meio-campista Tyler Adams (meio-campista, seleção dos Estados Unidos). Na defesa, mencionou o zagueiro Tim Ream (zagueiro, seleção dos Estados Unidos) e o zagueiro Chris Richards (zagueiro, seleção dos Estados Unidos), além dos goleiros Matt Freese (goleiro, seleção dos Estados Unidos) e Matt Turner (goleiro, seleção dos Estados Unidos). Esses nomes formam a base que Pulisic avalia como completa e com opções em todas as posições.

Vantagem de jogar em casa

Aos 27 anos, Pulisic ressaltou o peso de atuar com a família e amigos por perto durante um Mundial em solo norte-americano. O atacante lembrou que uma Copa do Mundo já mexe com qualquer jogador, e que fazê-la em casa soma uma camada extra de motivação e responsabilidade. Os EUA estreiam contra o Paraguai em 12 de junho, no SoFi Stadium, e Pulisic espera encontrar estádios com energia lá em cima. Para ele, o apoio da torcida pode ser decisivo em partidas-chave da fase de grupos e além.

Convocação e objetivo inicial

Pulisic disse que o primeiro objetivo da seleção é claro: avançar da fase de grupos e, a partir daí, encarar cada jogo com foco total. Ele evitou prometer metas pessoais de gols ou assistências, preferindo ressaltar o trabalho coletivo e a ideia de “jogo a jogo”. Pulisic lembrou também de sua trajetória na seleção, atuando desde os 17 anos, e do orgulho em representar os Estados Unidos em grandes competições. A expectativa do atacante é transformar esse orgulho em desempenho dentro de campo.

Liderança e responsabilidade

Apelidado pela imprensa internacional de “Capitão América”, Pulisic declarou que prefere liderar pelo exemplo mais do que por discursos inflamados. Ele afirmou que sua liderança evoluiu para atitudes diárias nos treinos e na dedicação dentro do clube e da seleção. Pulisic disse ainda não sentir pressão por ser referência, mas reconhece o poder de inspirar jovens atletas que acompanham a seleção. A postura é clara: trabalho, entrega e foco no coletivo.

Com a Copa de 2026 batendo à porta, o recado do atacante é direto: o time está em um bom momento e as pessoas devem se animar e apoiar. Pulisic pediu que a torcida americana compareça e empurre o grupo rumo a fases decisivas, lembrando que jogar em casa é uma chance única. Como jornalista do Rio que acompanha futebol com paixão, é fácil ver semelhanças na força de torcida que move seleções e clubes — um empurrão que às vezes vira diferença nos momentos decisivos. Agora é esperar para ver se a energia do público se transforma em resultados dentro das quatro linhas.

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