
Resumo da final
Neste sábado, 30 de maio de 2026, a decisão da Champions League na Puskás Arena, em Budapeste, foi definida nos pênaltis após empate por 1 a 1 no tempo normal. O Paris Saint-Germain ergueu o caneco ao superar o Arsenal na disputa de pênaltis, em jogo de alto nível e pressão constante. Três brasileiros marcaram presença na final: Gabriel Magalhães (zagueiro, Arsenal), Gabriel Martinelli (atacante/ponta, Arsenal) e Marquinhos (zagueiro, Paris Saint-Germain). Todos já figuram entre os convocados para a seleção brasileira e tiveram papéis distintos na decisão.
Gabriel Magalhães (zagueiro, Arsenal)
Gabriel Magalhães foi um dos pilares da defesa do Arsenal durante a partida, impondo presença física, fazendo desarmes e liderando a cobertura da zaga. Ao longo do jogo mostrou leitura de jogo e afastou cruzamentos que ameaçavam a meta dos ingleses. Na tensão das cobranças, porém, Magalhães acabou desperdiçando sua penalidade, chutando por cima da meta, o que pesou no desfecho a favor do PSG. Foi uma atuação marcada pela segurança em campo e pelo erro nos pênaltis, que ficará na memória da decisão.
Marquinhos (zagueiro, Paris Saint-Germain)
Marquinhos foi peça-chave na retaguarda do PSG e participou diretamente da jogada do primeiro gol, aos cinco minutos, quando tentou cortar uma chegada do Arsenal e houve contato com o atacante adversário. A bola sobrou para Kai Havertz (atacante, Arsenal), que invadiu a área e finalizou para abrir o marcador. Ao longo do confronto, Marquinhos manteve o ritmo de liderança defensiva que o caracteriza, disputando duelos aéreos e administrando o setor central. Na disputa por pênaltis, o zagueiro contribuiu com presença e experiência que ajudaram o time francês a segurar a pressão.
Gabriel Martinelli (atacante/ponta, Arsenal)
Gabriel Martinelli começou a final no banco e entrou aos 38 minutos do segundo tempo, substituindo Leandro Trossard (atacante/ala, Arsenal), numa tentativa do técnico de dar velocidade ao ataque. Em campo, Martinelli participou mais da recomposição e da marcação nos momentos sem bola, buscando abrir espaços na pressão final. Apesar da atuação ofensiva restrita, o ponta de 24 anos teve frieza na hora das penalidades e converteu sua cobrança com precisão. A entrada dele mostrou caráter e entrega numa decisão que pegou fogo até o fim.



