
Pelé e Maradona serão homenageados antes da abertura da Copa do Mundo 2026 no Estádio Azteca, em 11 de junho. A homenagem acontece pouco antes do jogo de estreia do Mundial entre México e África do Sul, válido pelo Grupo A, e integra a programação oficial do torneio. A cerimônia promete reunir lembranças dos ícones do futebol e apresentar atrações musicais locais. Para o público sul-americano, é uma celebração das memórias que marcaram gerações dentro e fora dos gramados.
Cerimônia de abertura e atrações
A FIFA programou shows para a primeira partida no Azteca, com a banda Maná indicada entre as atrações principais, além dos cantores Alejandro Fernández, Belinda e do grupo Los Ángeles Azules. A festa no México será complementada por apresentações previstas nas outras sedes, com artistas locais escalados para cada país-anfitrião. A ideia é que cada estádio-sede tenha sua própria cerimônia antes do pontapé inicial, criando diferentes palcos de abertura por todo o torneio. As homenagens a Pelé (atacante, ex-Santos e seleção brasileira) e a Diego Maradona (meia-atacante, ex-Nápoles e seleção argentina) estarão no centro das atenções no Azteca.
Atrações nas demais sedes
No dia seguinte, 12 de junho, estão previstas apresentações em Toronto com artistas canadenses como Michael Bublé, Alanis Morissette e Alessia Cara na estreia do país contra a Bósnia e Herzegovina. Nos Estados Unidos, shows em Los Angeles devem reunir nomes pop internacionais, com programação própria para o primeiro jogo norte-americano. O formato multinacional dos eventos de abertura reforça o caráter continental da Copa 2026, dividida entre México, Estados Unidos e Canadá. Torcedores brasileiros acompanhando o torneio poderão ver essas cerimônias enquanto seguem as competições domésticas como o Brasileirão e a Libertadores.
Contexto e impacto histórico
O Estádio Azteca entra na cerimônia carregado de história: foi palco do Brasil campeão em 1970, com Pelé como referência, e de momentos decisivos da Argentina em 1986, com Maradona como protagonista. Pelé conquistou três Copas do Mundo (1958, 1962 e 1970) e é lembrado por sua passagem no Santos e pela trajetória na seleção brasileira; Maradona teve papel central no título argentino de 1986, incluindo atuações inesquecíveis no próprio Azteca. A homenagem traz à tona memórias que reverberam no futebol sul-americano e dialogam com estádios-símbolo do Brasil como o Maracanã, palco de tantas glórias das torcidas do Mengão, do Tricolor das Laranjeiras, do Gigante da Colina e do Glorioso. Para fãs e clubes, é um lembrete do peso histórico que grandes ídolos têm no calendário do futebol mundial.
O que muda para o calendário
A realização das cerimônias nas três nações-sede não altera a tradição competitiva; porém, gera atenção global num momento em que o calendário do futebol brasileiro segue concentrado entre Brasileirão, Copa do Brasil e jogos de Libertadores. Torcedores e profissionais do futebol no Rio de Janeiro e no país inteiro acompanharão a abertura e as homenagens enquanto acompanham as rodadas nacionais. A cerimônia no Azteca, com artistas locais e tributos a Pelé e Maradona, promete ser uma das imagens mais lembradas na cobertura do Mundial 2026.



