Paul Scholes chama jogadores argentinos de ‘gatinhos’ antes de semifinal da Copa do Mundo

Paul Scholes falando em estúdio durante entrevista
Imagem: Divulgação / Reprodução

Paul Scholes abriu o verbo e afirmou que jogadores argentinos “não são durões, são gatinhos” antes da semifinal entre Inglaterra e Argentina pela Copa do Mundo.

O ex-meio-campista Paul Scholes (ex-meio-campista do Manchester United e da seleção da Inglaterra, aposentado) fez a declaração durante participação no programa The Good, The Bad & The Football, provocando reação instantânea nas redes.

O comentário e a lembrança do vestiário

“Eles interpretam esse papel de durões. Mas na verdade, são uns gatinhos. Todos eles fazem cena para a torcida”, disse Scholes, lembrando da convivência com compatriotas de clube e de seleção.

“Sentei-me ao lado de Tevez, Verón e Heinze. Eles são ótimos rapazes, mas estão longe de serem durões”, reforçou o ex-jogador.

https://x.com/SC_ESPN/status/2077090705487319184

Quem citou Scholes

Scholes citou Carlos Tevez (ex-atacante, aposentado), Juan Sebastián Verón (ex-meio-campista, aposentado) e Gabriel Heinze (ex-zagueiro, aposentado) ao justificar a avaliação sobre o comportamento dos argentinos no campo.

As palavras do inglês soaram fortes por causa da rivalidade histórica entre as duas seleções, que ganhou contornos intensos em grandes competições.

Contexto histórico e repercussão

Paul Scholes, hoje com 51 anos, enfrentou a Argentina em momentos decisivos da carreira: estava no elenco inglês eliminado pelos argentinos nas oitavas de final da Copa do Mundo de 1998 e participou da vitória sobre a Albiceleste na fase de grupos em 2002. Esses episódios tornam a declaração mais do que uma alfinetada: é memória esportiva sendo trazida pro debate.

Nas redes, torcedores e ex-jogadores reagiram misturando ironia e defesa dos citados. Comentários assim costumam inflamar a rivalidade e gerar cobrança por posicionamentos mais diplomáticos, mas também alimentam o folclore de clássico internacional — aqueles empurrões de emoção que a gente conhece bem por aqui.

Do ponto de vista jornalístico, a fala de Scholes se insere num padrão: ex-atletas lembram convivências no vestiário para contextualizar opiniões, e muitas vezes essas lembranças viram manchete.

Fecho de crônica

Na cadência do futebol, tudo vira história. Uma frase vira faísca, e a bola continua rolando. No calor da semifinal, declarações como essa têm gosto de clássico: provocam, dividem e, no fim, só confirmam que futebol é espetáculo — dentro e fora das quatro linhas.

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