
Noruega x Inglaterra se enfrentam neste sábado (11), às 18h (de Brasília), pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026, em duelo europeu que decide uma vaga na semifinal.
A Noruega chega ao jogo sem desfalques oficiais e com opções ofensivas que deram outro fôlego ao ataque nas fases anteriores. Técnico Ståle Solbakken pode ajustar a equipe para explorar a velocidade pelos flancos.
Provável Noruega
Provável formação da Noruega: Nyland (goleiro, seleção da Noruega); Ryerson (lateral, seleção da Noruega), Ajer (zagueiro, seleção da Noruega), Heggem (zagueiro, seleção da Noruega) e David Wolfe (lateral, seleção da Noruega); Patrick Berg (volante, seleção da Noruega), Sander Berge (meio-campista, seleção da Noruega) e Martin Ødegaard (meio-campista, seleção da Noruega); Nusa (atacante, seleção da Noruega) — opção Schjelderup (atacante, seleção da Noruega), Sorloth (centroavante, seleção da Noruega) — opção Oscar Bobb (atacante/meia, seleção da Noruega).
Solbakken tem mostrado flexibilidade tática: o time pode sair do 4-3-3 para um 4-2-3-1 dependendo do adversário. A confiança cresce no toque e na ligação entre meio e ataque liderada por Ødegaard.
Inglaterra tem desfalques e dúvidas
Pelo lado inglês, a palavra é gerenciamento: Jarell Quansah (zagueiro, seleção da Inglaterra) está suspenso por expulsão nas oitavas e fica fora do jogo; Jordan Henderson (volante, seleção da Inglaterra) está definitivamente fora após fratura no braço.
Thomas Tuchel ainda avalia Marc Guehi (zagueiro, seleção da Inglaterra), que saiu dos treinos com desconforto na coxa. O meia Declan Rice (volante/medio, seleção da Inglaterra) teve uma virose e foi poupado de atividades por dois dias, mas segue como dúvida até a última avaliação.
Provável Inglaterra
Provável formação da Inglaterra: Pickford (goleiro, seleção da Inglaterra); Reece James (lateral-direito, seleção da Inglaterra) — alternativa Spence (lateral, seleção da Inglaterra), Konsa (zagueiro, seleção da Inglaterra) e Marc Guehi (zagueiro, seleção da Inglaterra) e Nico O’Reilly (lateral/esquerdo, seleção da Inglaterra); Elliot Anderson (meio-campista, seleção da Inglaterra), Declan Rice (volante, seleção da Inglaterra) e Jude Bellingham (meio-campista, seleção da Inglaterra); Gordon (atacante, seleção da Inglaterra), Bukayo Saka (atacante, seleção da Inglaterra) e Harry Kane (centroavante, seleção da Inglaterra).
Boas notícias para a Inglaterra: Reece James (lateral-direito, seleção da Inglaterra) voltou a treinar sem limitações e deve ser opção, enquanto Bellingham e Kane mantém a condição física e a expressão técnica que colocam a seleção inglesa entre as favoritas.
Campanha até as quartas de final
A Noruega avançou às quartas após terminar a fase de grupos em segundo lugar no Grupo I e superar adversários nas fases eliminatórias, sustentando um desenho coletivo coerente e eficiente no ataque.
A Inglaterra liderou o Grupo L e mostrou força ao longo da competição, com atuações consistentes do meio para o ataque. Nas eliminatórias, a equipe sofreu momentos de aperto, mas contou com suas referências para seguir adiante.
Contexto e análise
Do ponto de vista tático, o duelo contrapõe a organização norueguesa, com jogo apoiado em Ødegaard (meio-campista, seleção da Noruega) e transições rápidas, à potência ofensiva inglesa comandada por Harry Kane (centroavante, seleção da Inglaterra) e Jude Bellingham (meio-campista, seleção da Inglaterra). Quem vencer ganha mais do que uma vaga: confirma um projeto esportivo e a capacidade de gerir desgaste físico em torneios longos.
Para o torcedor brasileiro que acompanha a Copa, o duelo tem apelo estratégico: Inglaterra traz talento individual e experiência; Noruega aposta na coesão coletiva e em soluções criativas nas pontas. No horizonte, o vencedor pega o ganhador de Argentina x Suíça na semifinal.
Agora é esperar a escalação oficial e ver quem fica com a vaga — sábado, às 18h de Brasília, promete ser dia de decisão europeia.



