
O zagueiro Éder Militão (Real Madrid) corre risco real de ficar fora da Copa do Mundo 2026 após uma nova lesão na coxa esquerda. O problema apareceu depois de uma dividida pouco antes do intervalo da vitória do Real Madrid sobre o Alavés pela La Liga na terça-feira (22). O clube confirmou que Militão sentiu uma fisgada e, depois de uma ressonância magnética, foi diagnosticada uma lesão muscular na coxa esquerda. Segundo a Reuters, a situação será reavaliada em uma bateria de exames que o jogador fará na segunda-feira (27). A decisão sobre a necessidade de cirurgia e o prazo de recuperação deve ser anunciada após esses exames.
Drama de Militão
Militão, zagueiro do Real Madrid e da Seleção Brasileira, carrega um histórico de lesões complicadas nas últimas temporadas, incluindo rupturas do ligamento cruzado anterior em anos recentes. Em outubro de 2025, durante a Data Fifa, o defensor chegou a revelar que considerou encerrar a carreira diante das sucessivas lesões. Na coletiva antes do amistoso contra a Coreia do Sul, Militão disse: “Depois da segunda lesão, muitas coisas passaram pela minha cabeça… foi difícil, mas com minha família e companheiros estou aqui hoje”. Essa sequência de problemas físicos coloca em alerta tanto o clube quanto a comissão técnica da Seleção, na reta final de preparação para o Mundial. O torcedor fica apreensivo: perder um defensor com a experiência de Militão exigiria mudanças imediatas no planejamento.
Próximos passos e impacto
O Real Madrid, com o técnico Álvaro Arbeloa, mostrou otimismo inicial após a partida, mas a ressonância indicou uma lesão que exige cautela. Se os exames da segunda confirmarem a necessidade de cirurgia, clube e Seleção terão que planejar alternativas para a Copa do Mundo 2026. Para o Real, a ausência de Militão significa reorganizar a defesa na briga pela La Liga; para o Brasil, pode alterar a lista de zagueiros convocados para o Mundial. O departamento médico do clube e a comissão técnica da Seleção acompanham o caso de perto, e uma definição deve sair após os exames e eventuais avaliações complementares. Até lá, resta esperar a avaliação final e torcer por um desfecho menos grave para o defensor.



