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Mikel Oyarzabal (atacante da Real Sociedad) chega à final da Copa do Mundo neste domingo (19) com um aproveitamento raro: marcou em todas as decisões que disputou.
Oyarzabal soma seis gols em seis finais — e, na decisão contra a Argentina, tem a chance de ampliar a sequência para sete em sete partidas que valeram taças.
Retrospecto em finais
O histórico do atacante (Mikel Oyarzabal, atacante da Real Sociedad) mostra presença e faro de área quando a taça está em jogo. Entre as finais citadas estão:
- Copa do Rei 2020/21 — converteu pênalti que decidiu a final contra o Athletic Bilbao.
- Final dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 — marcou na decisão contra o Brasil, na derrota por 2 a 1.
- Nations League 2021 — abriu o placar contra a França na final, mas a Espanha terminou como vice.
- Euro/2024 — em Berlim, como titular da seleção, marcou o gol que decidiu a vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra.
- Nations League (temporada seguinte) — novamente presente em decisão, balançou as redes contra Portugal; a Espanha perdeu nos pênaltis.
- Copa do Rei 2026 — voltou a marcar em uma final e ajudou a Real Sociedad a levantar o caneco.
Análise do impacto
Na primeira frase: a estatística (seis gols em seis finais) é mais do que curiosidade — é fator psicológico. Para a Argentina, enfrentar um jogador que rende nos momentos decisivos aumenta a necessidade de atenção tática sobre a referência ofensiva espanhola.
Do ponto de vista coletivo, a presença de Oyarzabal (atacante da Real Sociedad) em decisões mostra consistência: não é só sorte, é leitura de jogo, posicionamento e competência na cobrança de pênaltis e nas jogadas de bola parada.
O clima antes do apito
O torcedor que gosta de final já sabe: tem jogador que vira figura de novela nos 90 minutos. Oyarzabal surge sempre. E se a bola bater na trave, ele costuma estar lá para empurrar para dentro.
Neste domingo, a partida contra a Argentina vale mais do que estatística — mas a sequência do atacante estará no centro das atenções. Técnicos e defesas rivais terão de decidir se neutralizam o número 21 da Espanha com marcação cerrada ou se tentam isolar outras referências.
Em campo: expectiva de duelo direto e muitos minutos de pressão. Fora dele: mais um capítulo na carreira de um jogador que, nas grandes noites, costuma aparecer para celebrar.



