
Memphis Depay é dúvida para o jogo entre Holanda e Tunísia pela Copa do Mundo: o atacante Memphis Depay (atacante, Atlético de Madrid) deve começar no banco, segundo avaliações do técnico Ronald Koeman. A partida vale a terceira rodada do Grupo F e ocorre nesta quinta-feira (25), às 20h (de Brasília), no Arrowhead Stadium, em Kansas City. A Holanda precisa do resultado para assegurar a liderança da chave e manter a invencibilidade na competição. Koeman tem mostrado preferência por um time base, mas deve reservar peças pensando nas fases finais.
Decisão técnica e situação de Memphis
Koeman opta por cautela com Memphis Depay após a entrada que rendeu uma assistência no jogo anterior; o atacante do Atlético de Madrid entra como opção para o segundo tempo caso a equipe precise de velocidade no ataque. A gestão de minutos é ponto-chave para a Holanda, que quer garantir a primeira posição do grupo sem desgastar titulares antes das oitavas. Memphis, que já soma uma assistência no torneio, vive situação de competição interna por vaga no setor ofensivo. O treinador tem à disposição nomes com características parecidas, o que explica a rotação.
Prováveis escalações
Para o confronto decisivo, Ronald Koeman deve escalar uma base sólida que vem atuando junta: Bart Verbruggen (goleiro, Brighton & Hove Albion); Denzel Dumfries (lateral-direito, Inter de Milão); Virgil van Dijk (zagueiro, Liverpool); Micky van de Ven (zagueiro, Tottenham Hotspur) e Jorrel Hato (zagueiro, Ajax); Ryan Gravenberch (meio-campista, Liverpool), Frenkie de Jong (meio-campista, Barcelona) e Tijjani Reijnders (meio-campista, AZ Alkmaar); Donyell Malen (atacante, Borussia Dortmund), Cody Gakpo (atacante, Liverpool) e Crysencio Summerville (atacante, Leeds United). Teun Koopmeiners (meio-campista, Atalanta) aparece como opção de banco para controlar o meio-campo.
O desafio tunisiano
Do outro lado, a Tunísia entra em campo com a ambição de manter a dignidade e, se possível, complicar os planos holandeses para avançar. O técnico Hervé Renard costuma armar times compactos e rápidos nos contra-ataques, apostando em jogadores que atuam tanto no futebol local quanto em ligas europeias. A adversária não chega como favorita, mas já mostrou capacidade de resistência tática na fase de grupos. Para a Holanda, o cuidado é não subestimar uma seleção que luta por histórico e classificação.
Contexto e impacto
O duelo em Kansas City tem peso na briga pela liderança do Grupo F, e a escolha por preservar peças como Memphis Depay reflete a gestão da Seleção Holandesa visando fases de mata-mata. Historicamente, a Holanda busca tradução em resultados consistentes em Copas; manter a invencibilidade e terminar em primeiro no grupo facilita o caminho nas fases seguintes. Para os torcedores, é jogo de paciência e avaliação: ver o elenco funcionando e entender quem estará pronto para os jogos eliminatórios. A partida também serve de teste para opções de banco que podem decidir confrontos apertados nas próximas fases.



