Lionel Messi pode conquistar segundo título mundial neste domingo (19)

Lionel Messi pode conquistar segundo título mundial neste domingo (19)
Imagem: Divulgação / Reprodução

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Lionel Messi (atacante, Inter Miami) está a um jogo de conquistar seu segundo título mundial: a Argentina enfrenta a Espanha neste domingo, 19 de julho, às 16h (de Brasília), em partida que fecha um ciclo iniciado com a aposentadoria anunciada por ele em 26 de junho de 2016.

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O que aconteceu em 2016 e a volta por cima

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Em 26 de junho de 2016, Messi anunciou a aposentadoria da seleção argentina após a derrota na final da Copa América para o Chile nos Estados Unidos. Naquele vestiário, ainda abalado por um pênalti desperdiçado, ele disse que achava que seu ciclo havia acabado: \”Para o bem de todos, por mim e por todos\”, foram palavras que deram a volta ao mundo.

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A sequência que trouxe pressão e críticas fazia parte da história: entre 2014 e 2016 o camisa 10 colecionou três vices consecutivos, incluindo a final da Copa do Mundo de 2014 diante da Alemanha e duas decisões da Copa América perdidas nos pênaltis para o Chile.

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Retorno e títulos

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Depois de conversas com família, companheiros e dirigentes, Messi voltou à seleção. O ponto de virada veio no Maracanã, em 2021, quando a Argentina venceu a seleção brasileira e cortou um jejum histórico. Aquele triunfo abriu caminho para a Finalíssima contra a Itália em Wembley e para o ápice: a conquista da Copa do Mundo de 2022.

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Desde então, a trajetória de Messi se transformou: além do título mundial de 2022, ele também foi campeão da Copa América de 2021 e, conforme registros recentes, da Copa América de 2024, disputada nos Estados Unidos. A evolução do capitão reforçou a narrativa de redenção que hoje o coloca a um passo de algo raro no futebol.

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O jogo e o cenário

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O confronto contra a Espanha, marcado para as 16h (de Brasília) deste domingo, é a última barreira entre Messi e um bicampeonato mundial. Para o camisa 10, uma vitória significaria não só mais um troféu, mas a consagração definitiva de uma carreira que passou de ‘fim’ anunciado a exemplo de persistência e liderança.

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Quem acompanha futebol sabe que momentos decisivos não foram novidade para Messi — capitão, referência técnica e criativa da equipe —, e a possibilidade de erguer a taça pela segunda vez mexe com qualquer torcedor que entende o drama de uma carreira.

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Análise: legado e impacto

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Se confirmar o título, Messi ampliará um legado que já inclui conquistas em clubes e seleções e continuará a ser referência no debate sobre os maiores da história. Para a Argentina, seria a coroação de um ciclo de retomada de hegemonia em torneios internacionais; para o futebol, outro capítulo da capacidade de reinvenção de um craque que chegou a pensar em pôr ponto final.

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O cenário também fala ao futebol sul-americano: depois do silêncio que cercou a aposentadoria de 2016, a volta de Messi ajudou a recolocar a Argentina em vitrine global, com vitórias em estádios históricos como o Maracanã e em palcos clássicos como Wembley.

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Agora, resta o campo: neste domingo, às 16h (de Brasília), a bola rola e a decisão dirá se a história escrita há dez anos em prantos terá, enfim, um novo epílogo em festa.

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