
Lionel Messi marcou dois gols contra a Áustria nesta segunda-feira (22) e, com isso, Lionel Messi chegou ao topo da lista dos maiores artilheiros da história das Copas do Mundo. A performance ocorreu pela segunda rodada do Grupo J da Copa do Mundo de 2026, em partida que confirmou a presença da Argentina na fase de mata-mata. O camisa 10, atacante do Inter Miami, anotou as duas bolas na rede e levou a seleção argentina a um resultado que acendeu as manchetes internacionais. A marca coloca Messi com 18 gols em Mundiais, superando o recorde anterior de Miroslav Klose.
Repercussão internacional
A marca de Lionel Messi foi celebrada pela imprensa mundial, que destacou a trajetória do atacante do Inter Miami na maior competição do planeta. Jornais argentinos como o Diario Olé e o Clarín exaltaram a permanência da lenda na seleção e enfatizaram a importância dos gols para a classificação. A imprensa europeia também notou o momento: o diário francês L’Équipe chamou de inevitável a superação do recorde anterior. Em todas as coberturas, o foco foi na combinação entre longevidade e eficiência de Messi em Copas do Mundo.
Contexto e histórico
O recorde de Lionel Messi (atacante, Inter Miami) tem grande peso histórico: até então Miroslav Klose (ex-atacante, aposentado) liderava com 16 gols desde o Mundial de 2014. Antes deles, Ronaldo (ex-atacante, aposentado) aparece com 15 gols e Pelé (ex-atacante, aposentado) com 12, números que ilustram a presença duradoura de craques brasileiros nas tabelas de artilharia. Messi soma agora 18 gols distribuídos em várias edições de Copa, incluindo a campanha campeã de 2022; nesta edição de 2026 ele já acumula cinco gols. Para medir o impacto, basta lembrar que ultrapassar uma marca estabelecida por Klose — especialista em zona de finalização — exige consistência em torneios que ocorrem a cada quatro anos e com adversários de alto nível.
Maiores artilheiros das Copas do Mundo:
- Lionel Messi – atacante (Inter Miami) – 18 gols
- Miroslav Klose – ex-atacante (aposentado) – 16 gols
- Ronaldo – ex-atacante (aposentado) – 15 gols
- Gerd Müller – ex-atacante (aposentado) – 14 gols
- Kylian Mbappé – atacante (paris saint-germain) – 14 gols
- Just Fontaine – ex-atacante (aposentado) – 13 gols
- Pelé – ex-atacante (aposentado) – 12 gols
- Sándor Kocsis – ex-atacante (aposentado) – 11 gols
- Jürgen Klinsmann – ex-atacante (aposentado) – 11 gols
- Gary Lineker – ex-atacante (aposentado) – 10 gols
- Gabriel Batistuta – ex-atacante (aposentado) – 10 gols
- Teófilo Cubillas – ex-meia/atacante (aposentado) – 10 gols
- Thomas Müller – atacante (bayern munich) – 10 gols
Para a Argentina, além do orgulho individual de Messi, o recorde reforça a condição da seleção como favorita nas fases decisivas do torneio. A classificação antecipada traz folga para o técnico ajustar a equipe antes do mata-mata, enquanto rivais já começam a recalcular estratégias contra um time que conta com um capitão em noite inspirada. Do lado brasileiro, torcedores e cronistas acompanham atentos: históricos como Ronaldo e Pelé ainda figuram na lista, e o feito de Messi reacende debates sobre comparações entre gerações. Nas arquibancadas e nas praças esportivas do Rio — do Maracanã às mesas da cervejaria — a conversa é inevitável, com o futebol carioca absorvendo mais um capítulo de história do futebol mundial.



