
Líder do Mundial de Pilotos da Fórmula 1, Kimi Antonelli falou sobre futebol em entrevista antes do Grande Prêmio do Canadá, marcado para o próximo domingo (24). O piloto italiano comentou o baque de ver a Azzurri fora da Copa do Mundo de 2026 e não escondeu a decepção. “A Itália não estará lá, infelizmente. Então, vamos ter que esperar outros quatro anos, talvez. Isso é um desastre, mas tudo bem”, disse Antonelli, em tom direto. A fala veio entre preparativos para a etapa norte-americana, com foco no carro e na pista, mas sem deixar o futebol de lado.
Sem a seleção italiana, Antonelli admitiu não ter definição sobre para qual país vai torcer no Mundial e citou dois rivais históricos: Brasil e Argentina. “Eu realmente gosto do Brasil, por exemplo. Gosto da maneira que eles jogam futebol”, afirmou o piloto, elogiando o estilo ofensivo da Seleção Brasileira e a tradição de jogos em estádios como o Maracanã. Ao mesmo tempo, Antonelli confessou a admiração por Lionel Messi, atacante do Inter Miami e capitão da seleção argentina, um dos seus ídolos de infância. Ele lembrou também de um encontro com Messi em Miami, reforçando a dúvida entre puxar pelo Tricolor das Laranjeiras do futebol sul-americano ou pelo time adversário.
Sergio Pérez planeja bate e volta para o México na Copa
O mexicano Sergio Pérez, piloto da Cadillac e com 36 anos, comentou seu interesse especial pela Copa do Mundo, já que o seu país é um dos três anfitriões do torneio junto aos Estados Unidos e Canadá. Pérez declarou que pretende fazer um deslocamento rápido da Europa para assistir a pelo menos um jogo do México em Guadalajara, sua cidade-natal, e depois retornar à temporada. “Eu literalmente tenho que vir apenas para um jogo e, depois, voltar para a Europa. Nós vamos fazer isso acontecer”, garantiu o piloto, mostrando a logística desenhada no calendário apertado de corridas. A estratégia reflete a importância que os pilotos dão ao evento, mesmo em meio à luta pelo título no grid.
Ao comentar as chances do México na Copa, Pérez manteve tom cautelosamente otimista. “É uma Copa do Mundo em casa. Tudo pode acontecer”, afirmou, lembrando que jogar diante dos torcedores mexicanos, em cidades como Guadalajara, pode dar um impulso extra à seleção. A menção ao público e à paixão local conecta o assunto corrida e futebol, dois universos que se encontram com frequência nas conversas de bastidor. Enquanto isso, Antonelli segue focado no carro e na liderança do campeonato, mas com o coração dividido quando o assunto é torcida na Copa do Mundo.



