Jardim vai considerar desgaste para definir escalação do Flamengo

Leonardo Jardim observando treino do Flamengo no campo do Ninho do Urubu
Imagem: Divulgação / Reprodução

Flamengo: Leonardo Jardim vai considerar o desgaste físico dos jogadores para definir a escalação do time, afirmou o técnico após o treino desta semana no Ninho do Urubu.

Escalação prevista: Rossi (goleiro – Flamengo); Emerson Royal (lateral-direito – Flamengo), Léo Pereira (zagueiro – Flamengo), Léo Ortiz (zagueiro – Flamengo), Ayrton Lucas (lateral-esquerdo – Flamengo); Erick Pulgar (volante – Flamengo), Jorginho (volante – Flamengo), Giorgian De Arrascaeta (meia ofensivo – Flamengo, com Lucas Paquetá como opção no segundo tempo); Jorge Carrascal (meia-atacante – Flamengo), Samuel Lino (pontas – Flamengo), Pedro (centroavante – Flamengo, com Bruno Henrique como opção de ataque)

O treinador destacou que a leitura do desgaste será determinante para poupar peças e montar o time mais equilibrado para os compromissos que vêm pela frente.

Contexto e análise

Com um calendário pesado entre Brasileirão e possíveis fases de mata-mata, o Flamengo tem gerenciado minutos para evitar lesões e queda de rendimento. Jardim, técnico experiente, tem indicado preferência por rodízio controlado para manter intensidade sem sacrificar o coletivo.

Historicamente, times cariocas que souberam manejar o elenco em sequência de jogos — alternando entre Maracanã e rodadas fora — reduziram desgaste e chegaram mais frescos aos clássicos decisivos. O trabalho na semana, no Ninho do Urubu, tem sido focado em recuperação e ajustes táticos.

O que muda na prática

  • Possibilidade de rodízio entre Pedro (centroavante) e Bruno Henrique (atacante) para preservar o poder ofensivo;
  • Uso de Lucas Paquetá como alternativa de criação se Arrascaeta precisar de descanso;
  • Dupla de zaga com Léo Pereira e Léo Ortiz para dar mais proteção ao goleiro Rossi em partidas de maior pressão.

O discurso do técnico foi direto: priorizar o coletivo sem abrir mão da competitividade. Na prática, isso significa observar relatórios físicos, conversar com a comissão médica e optar por mudanças pontuais em escalações para os jogos mais próximos.

Para o torcedor, sobra a expectativa de ver o time com alma carioca em campo — e a certeza de que a decisão final de Jardim vai passar por números que não se veem na hora do apito: cargas, recuperação e sensação de cada atleta.

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