
inglaterra rd congo: a Inglaterra venceu a República Democrática do Congo por 2 a 1 nesta quarta-feira (1º) no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, e garantiu vaga nas quartas de final da Copa do Mundo 2026. O jogo foi decidido no segundo tempo, com virada inglesa liderada por Anthony Gordon (atacante/ala, seleção da Inglaterra) e Harry Kane (centroavante, seleção da Inglaterra). A RD Congo saiu na frente cedo e deu trabalho ao favorito, obrigando Pickford e companhia a suar a camisa. A vitória encerra a campanha congolesa no torneio, após uma classificação inédita ao mata-mata.
Primeiro tempo
A seleção da RD Congo abriu o placar logo aos 6 minutos, quando Brian Cipenga (atacante, seleção da RD Congo) recebeu lançamento de Chancel Mbemba (zagueiro, seleção da RD Congo) e finalizou cruzado para superar o goleiro Jordan Pickford (goleiro, seleção da Inglaterra). Com a vantagem, a RD Congo administrou a posse e compactou linhas, tornando difícil a circulação de bola inglesa. A Inglaterra, comandada por Thomas Tuchel, tentou responder com intensidade: Jude Bellingham (meio-campista, seleção da Inglaterra) levou perigo em cabeceio aos 30 minutos e Marcus Rashford (atacante, seleção da Inglaterra) teve chance aos 34 que parou em boa intervenção defensiva. O goleiro Lionel Mpasi-Nzau (goleiro, seleção da RD Congo) foi destaque, com várias defesas importantes até o intervalo.
Segundo tempo e a virada
No segundo tempo a Inglaterra manteve o domínio territorial e Tuchel promoveu alterações para dar mais velocidade ao ataque, colocando Anthony Gordon e Bukayo Saka (atacante/ala, seleção da Inglaterra). O empate saiu aos 29 minutos da etapa final: Gordon aproveitou uma sobra na área e serviu o centroavante para igualar o marcador. A virada veio aos 40 minutos, em resposta imediata após defesa de Mpasi-Nzau em finalização de Bellingham; a bola sobrou para Gordon, que acionou Harry Kane na direita da área, e o camisa 9 finalizou com força para dar números finais ao confronto. Nos acréscimos a RD Congo ainda assustou em cobrança de falta de Yoane Wissa (atacante, seleção da RD Congo), mas o placar permaneceu 2 a 1.
Estatísticas, cartões e consequência
Os números deixaram claro o domínio inglês: 16 finalizações contra 6 dos congoleses, 442 passes certos ante 280 do adversário e posse amplamente favorável à Inglaterra. A RD Congo compensou com eficiência defensiva, registrando 35 rebatidas, cinco bloqueios e as defesas cruciais de Mpasi-Nzau. Jude Bellingham recebeu cartão amarelo, assim como Noah Sadiki (defensor, seleção da RD Congo), e não houve expulsões nas duas equipes. Com o resultado, a Inglaterra avança às quartas de final da Copa do Mundo 2026, enquanto a participação histórica da RD Congo termina com elogios pela resistência e pela primeira presença no mata-mata.
Análise e contexto
A campanha da RD Congo merece destaque: classificada pela primeira vez ao mata-mata, a seleção africana demonstrou organização defensiva e capacidade de surpreender favoritos, algo que reverbera no cenário global do futebol. Para a Inglaterra, a reação aponta força de elenco e capacidade de ajustar ritmo sob pressão, com jogadores como Bellingham e Kane cumprindo papéis centrais na criação e definição. Em termos de impacto para seleções e clubes, atuações em Copas sempre elevam o valor de atletas e geram atenção do mercado, além de alimentar o debate sobre formatos táticos para fases decisivas. Do ponto de vista do torcedor, foi uma partida de emoções — da zebra inicial à virada inglesa — jogada num estádio americano que recebeu grande público e atmosfera intensa.



