
Hulk pede desculpas a Zubeldía, afirmou o atacante do Fluminense ao comentar a demissão do treinador, e admitiu ter procurado o técnico para falar sobre o episódio que agitou o clube.
O pedido e a fala do atacante
Hulk (atacante do Fluminense) disse que o gesto foi pessoal e rápido: “Conversei com ele, pedi desculpas pelo ocorrido e expliquei meu sentimento naquele momento”, relatou o jogador em entrevista coletiva. A declaração reacende a discussão sobre o ambiente no vestiário nas semanas que antecederam a saída do treinador.
Reações no elenco e no banco
Marcão (técnico do Fluminense) vinha apontando uma mudança de postura do grupo: “a mudança de postura dos jogadores e também por terem cometido menos erros”, afirmou recentemente ao analisar resultados. A fala do comandante encontrou eco no discurso de alguns atletas, que destacam maior foco defensivo e itinerários de jogo mais controlados.
O episódio envolvendo Hulk e Zubeldía voltou a colocar em evidência a relação entre líderes do elenco e a comissão técnica — assunto sensível em clubes que disputam Brasileirão e competições de mata-mata.
Contexto e impacto para o clube
Trocas de comando são rotina no futebol brasileiro e, no Rio, o Fluminense já viveu ciclos semelhantes. Mudanças de técnico provocam ajustes táticos e podem influenciar resultados em curto prazo, sobretudo em fases decisivas do calendário.
Para o torcedor, é hora de foco: o elenco precisa transformar ruídos em desempenho dentro do Maracanã e fora dele. O momento pede concentração em campo, onde a cobrança se resolve com trabalho e resultado.
Imagem do jogo
O gol celebrado na imagem foi citado pelo jogador como um marco pessoal — o primeiro com bola rolando pelo clube — e serviu para acalmar parte da pressão sobre o atacante e o elenco.
O clima segue sendo ponto de atenção. A diretoria e a comissão técnica terão que gerenciar relações internas até estabilizar a equipe por inteiro.
O torcedor, como sempre, acompanha atento: no intervalo entre uma tarefa e outra, espera ver atitude, raça e futebol do seu time. É o que move o espetáculo carioca.



