
Fluminense ligou o alerta para jogadores pendurados na Libertadores: o Tricolor das Laranjeiras trabalha no CT Carlos Castilho para evitar suspensões que podem comprometer partidas decisivas no Maracanã.
Treino e sinal de atenção do técnico
O técnico Marcão (técnico, Fluminense) comandou um trabalho fechado e reforçou a orientação tática e disciplinar à equipe. A preocupação é clara: cartões acumulados na competição podem afastar titulares justamente em jogos de mata-mata.
Escalação base e peças monitoradas
Na formação mais usada recentemente, o Tricolor tem jogadores que aparecem com frequência entre os titulares e, por isso, aparecem no radar da comissão técnica:
- Fábio (goleiro, Fluminense)
- Guga (lateral-direito, Fluminense)
- Thiago Silva (zagueiro, Fluminense)
- Juan Millán (zagueiro, Fluminense)
- Renê (lateral-esquerdo, Fluminense)
- Martinelli (meio-campista, Fluminense)
- Hércules (meio-campista, Fluminense)
- Ganso (meia ofensivo, Fluminense)
- Cristian Canobbio (ponta, Fluminense) — reserva Serna citado como alternativa
- Soteldo (extremo/meia, Fluminense)
- Hulk (atacante, Fluminense)
A comissão técnica tem discutido opções para rodar o elenco sem abrir mão da competitividade, principalmente em jogos da Libertadores e no calendário nacional.
Contexto e impacto nas competições
Suspensões por cartões amarelos ou expulsões têm impacto direto em confrontos de mata-mata. Em partidas dentro do Maracanã, onde o apoio da torcida pode ser decisivo, perder um titular por disciplina pode mudar o plano do jogo e dar vantagem ao adversário.
Historicamente, o Fluminense já viveu fases em que problemas disciplinares influenciaram campanhas continentais. Por isso, o trabalho no CT não é só físico: é também mental — evitar faltas desnecessárias, controlar a pressa e saber quando proteger o time.
O que esperar nas próximas semanas
Com elenco encorpado e nomes experientes como Thiago Silva (zagueiro, Fluminense) e Hulk (atacante, Fluminense), o Tricolor tem margem para ajustes. Ainda assim, a ideia é chegar às partidas decisivas com o menor número possível de jogadores pendurados.
O foco agora é reduzir o risco de baixas por cartões e manter a regularidade também no Brasileirão, enquanto a Libertadores segue como prioridade do clube.
Marcão fechou a atividade com orientações claras: disciplina e atenção aos detalhes. No futebol carioca, onde clássico e decisão viram história, cada cartão pode pesar — e o Tricolor sabe disso.



