flamengo admitiu queda de rendimento no segundo tempo da partida disputada no Maracanã, quando jogadores reconheceram perda de intensidade e atenção que alterou o rumo do jogo.

Reação do vestiário
Do vestiário veio a confissão: desgaste e erros de concentração no segundo tempo custaram forças ao time rubro-negro. A declaração veio de atletas que pediram atenção ao ritmo e à leitura do adversário.
Na imagem, Carrascal (meia, Flamengo) aparece comemorando o gol que abriu o placar — um lance que mostrou qualidade individual, mas não foi suficiente para manter o controle do jogo até o apito final.
O que falta ajustar
O problema passa por intensidade, cobertura defensiva e variação no segundo tempo. Em partidas com calendário apertado, a capacidade de manter a pressão é determinante para pontos no Brasileirão e para campanhas em mata-matas da Copa do Brasil e Libertadores.
Treinadores costumam trabalhar a gestão de esforço durante a semana; agora o desafio é encaixar inteligência tática sem depender apenas da força física no fim das partidas.
Contexto e impacto
O resultado no Maracanã mexe com o calendário e com as próximas decisões do Flamengo: performance por 90 minutos é requisito para brigar por título nas competições nacionais e sul-americanas. Uma queda recorrente no segundo tempo pode pesar na soma de pontos do Brasileirão e nas chances em confrontos eliminatórios.
Torcedor lê, reclama e exige ajuste — e o time, que ainda busca consistência, sabe que a resposta precisa ser rápida. O Maracanã, palco dessa discussão, continua sendo referência quando o Mengão joga como mandante.
Do lado prático, a comissão técnica deve revisar rotinas físicas e alternativas táticas para equilibrar as saídas de bola e evitar que a equipe sofra com a pressão adversária nos minutos finais.
O próximo desafio do Flamengo será observado com lupa: ajustar o segundo tempo é prioridade imediata.



