
Espanha venceu a Arábia Saudita por 4 a 0 neste domingo (21 de junho de 2026) e assumiu a liderança do grupo H da Copa do Mundo. A Fúria, comandada pelo técnico Luis de la Fuente, se recuperou do empate na estreia e apresentou forte poder ofensivo ao longo das duas etapas. O destaque da partida foram Lamine Yamal (ponta, FC Barcelona) e Mikel Oyarzabal (atacante, Real Sociedad), autores dos gols que abriram caminho para a goleada. A vitória coloca a seleção espanhola em situação confortável na chave e reacende a expectativa sobre as possibilidades do time nas fases seguintes do torneio. A atuação deixou claro o ajuste tático do treinador e a resposta imediata da equipe após o tropeço inicial.
Massacre espanhol no primeiro tempo
A Espanha iniciou a partida impondo ritmo, pressionando a saída de bola da Arábia Saudita e explorando as laterais com velocidade. Aos 10 minutos, Mikel Oyarzabal achou Lamine Yamal em cruzamento rasteiro e o jovem atacante Lamine Yamal (ponta, FC Barcelona) marcou seu primeiro gol em Copas do Mundo. Aos 20 minutos, Oyarzabal (atacante, Real Sociedad) apareceu novamente para ampliar, e três minutos depois completou de cabeça após toque de Dani Olmo (meia-atacante, RB Leipzig) para fazer o terceiro. No primeiro tempo a Espanha teve amplo domínio estatístico, somando 17 finalizações contra apenas duas da Arábia Saudita, e construiu uma vantagem que definiu o tom da partida.
Espanha confirma goleada
No intervalo o técnico Luis de la Fuente promoveu alterações, poupando Lamine Yamal e Mikel Oyarzabal pensando nas próximas partidas do grupo H. Mesmo com mudanças, a seleção manteve o controle: em cobrança de escanteio, a bola desviou e sobrou no zagueiro Tambakti (zagueiro, seleção da Arábia Saudita), que acabou marcando contra, consolidando o placar. Yéremy Pino (ponta, Villarreal) chegou a ameaçar um quinto gol, forçando defesa do goleiro Mohammed Al-Owais (goleiro, seleção da Arábia Saudita). Houve ainda lance anulado de Ferrán Torres (atacante, FC Barcelona) por impedimento assinalado pela equipe de arbitragem chefiada pelo brasileiro Raphael Claus, mas a superioridade espanhola já havia decretado a vitória.
Contexto e impacto
A atuação espanhola serve como recado: após o tropeço na estreia, a Fúria mostrou profundidade de elenco e capacidade de resposta, com jovens talentos e jogadores experientes combinando bem no ataque. Historicamente, seleções europeias com esse volume ofensivo costumam se impor nas fases de mata-mata, como a Espanha demonstrou em sua campanha de 2010. Para o Brasil, que não está no mesmo grupo, jogos desse tipo funcionam como parâmetro técnico do torneio — o nível exibido pelos espanhóis evidencia desafios táticos que seleções sul-americanas encontrarão caso se cruzem em fases decisivas. A goleada também altera a dinâmica do grupo H, deixando a Espanha em posição confortável rumo à segunda fase.



