Colômbia vence RD Congo por 1 a 0 e confirma vaga no mata-mata da Copa do Mundo

Jogadores da Colômbia comemoram gol de Daniel Muñoz no Estádio Akron, em Guadalajara
Imagem: Divulgação / Reprodução

A Colômbia x RD Congo: a seleção colombiana venceu RD Congo por 1 a 0 na noite de terça-feira (23) em Guadalajara e garantiu vaga no mata-mata da Copa do Mundo de 2026. Daniel Muñoz, lateral-direito da seleção colombiana, foi o autor do gol que decidiu a partida no Estádio Akron. O triunfo colocou a Colômbia na liderança do Grupo K com seis pontos e assegurou a classificação antecipada para os 16-avos de final. A equipe dirigida por Néstor Lorenzo agora mira confirmar a primeira posição da chave na partida de sábado (27) às 20h30 (horário de Brasília), em Miami.

No primeiro minuto RD Congo levou perigo com um chute de Edo Kayembe (volante, seleção de RD Congo), que arriscou de fora da área e quase inaugurou o placar. Pouco depois a Colômbia respondeu com Jhon Arias (meia, seleção colombiana), que obrigou o goleiro Lionel Mpasi (goleiro, seleção de RD Congo) a uma intervenção segura; no rebote, Daniel Muñoz teve chance clara e não concluiu. Aos seis minutos Muñoz chegou a balançar as redes, mas o árbitro assinalou impedimento no lance. A partida seguiu aberta, com oportunidades de fora da área e muito trabalho para os arqueiros.

Aos 11 minutos James Rodríguez (meia, seleção colombiana) arriscou de longa distância e exigiu nova defesa de Mpasi, enquanto Luis Díaz (ponta, Liverpool e seleção colombiana) também assustou com arrancadas e finalizações pelo lado. Após a pausa para hidratação, RD Congo conseguiu equilibrar o jogo e passou a disputar mais a posse, sem contudo criar chances claras para superar a defesa colombiana. No retorno do intervalo a Colômbia voltou a pressionar: Díaz recebeu na área aos cinco minutos e parou em outra grande defesa de Mpasi, seguida de uma tentativa de Arias que saiu pela lateral. Os sul-americanos mantiveram o domínio territorial e apostaram na movimentação dos meias para abrir espaços.

Aos 31 minutos da segunda etapa Juan Quintero (meia, seleção colombiana) procurou Jhon Córdoba (centroavante, seleção colombiana), que protegeu a bola e viu a sobra cair para Daniel Muñoz; o lateral finalizou de primeira, a bola desviou na defesa e morreu no fundo das redes. O gol acabou sendo determinante para o resultado. No final do jogo Luis Díaz ainda teve dois tentos anulados pelo árbitro Maurizio Mariani — um por falta de ataque e outro por impedimento — mantendo a vitória colombiana por placar mínimo. Gustavo Puerta (volante, seleção colombiana) também apareceu com finalizações de fora, mostrando opções ofensivas além das corridas pelos flancos.

Contexto e análise

A classificação confirma a consistência colombiana na fase de grupos, com Néstor Lorenzo encontrando um desenho que privilegia compactação defensiva e transições rápidas. Com seis pontos a Colômbia avança com folga e tem a possibilidade de administrar o jogo final para assegurar a liderança do Grupo K, definindo assim o caminho rumo aos 16-avos de final. A lembrança de 2014, quando James Rodríguez brilhou e a seleção teve boa campanha, serve como referência histórica para a expectativa da torcida; hoje o time combina experiência no meio com velocidade nas pontas, caso de Luis Díaz. Por sua vez, RD Congo mostrou capacidade de resistência: com um ponto, o time ainda depende de um resultado sobre o Uzbequistão para manter chances matemáticas de classificação.

Próximos compromissos

A Colômbia volta a campo no sábado (27) às 20h30 (horário de Brasília), em Miami, com a missão de confirmar a liderança do Grupo K. RD Congo enfrenta o Uzbequistão na mesma data e horário, em Atlanta, e precisa da vitória para seguir sonhando com a vaga. Essas partidas serão decisivas para definir os confrontos dos 16-avos de final e o mapa dos classificados. Para a Colômbia, manter solidez defensiva e eficiência nas bolas paradas será crucial; para RD Congo, transformar resistência em gols é o desafio para seguir vivo no torneio.

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