Brasileirão: lista dos jogadores que já atingiram o limite de 12 jogos e não podem trocar de clube

Brasileirão: veja lista de jogadores que não podem mais trocar de time | CNN Brasil
Imagem: Divulgação / Reprodução

O novo regulamento do Campeonato Brasileiro elevou para 12 o número máximo de partidas que um jogador pode disputar no torneio e ainda trocar de clube. Com o fim da 13ª rodada, 31 atletas já ultrapassaram esse teto e, na prática, ficam impedidos de se transferir entre clubes participantes do Brasileirão nesta temporada. A mudança responde ao calendário estendido, que saiu de janeiro e só termina em dezembro, e altera a estratégia das equipes na montagem dos elencos. Técnico que é técnico agora pesa ainda mais cada escolha de escalação com olho no mercado e nas competições paralelas.

Janela de transferências e impacto para os clubes

A próxima janela nacional abre em 20 de julho e vai até 11 de setembro, prazo em que clubes precisarão organizar empréstimos e negociações internacionais com cuidado. Para times do Rio, como Fluminense e Vasco, isso mexe no planejamento pensando em Brasileirão e Copa do Brasil, e também em pretensões na Libertadores. Escalações no Maracanã e em São Januário ganham peso extra: cada minuto em campo pode definir se o jogador terá mobilidade no mercado. Com elenco mais enxuto em algumas posições, as alternativas no banco viram recurso valioso para o restante da temporada.

Jogadores que já atingiram o limite de 12 jogos

  • Athletico: Kevin Viveros (atacante, Athletico), Juan Portilla (meio-campista, Athletico), Santos (zagueiro, Athletico) e Steve Mendoza (atacante, Athletico)
  • Atlético-MG: Everson (goleiro, Atlético-MG), Tomás Cuello (meio-campista, Atlético-MG) e Victor Hugo (meio-campista, Atlético-MG)
  • Corinthians: Rodrigo Garro (meio-campista, Corinthians)
  • Coritiba: Lucas Ronier (atacante, Coritiba), Pedro Rocha (atacante, Coritiba) e Vini Paulista (meio-campista, Coritiba)
  • Cruzeiro: Christian (atacante, Cruzeiro) e Matheus Henrique (volante, Cruzeiro)
  • Fluminense: Fábio (goleiro, Fluminense) e Kevin Serna (defensor, Fluminense)
  • Grêmio: Carlos Vinícius (atacante, Grêmio), Cristian Pavón (atacante, Grêmio) e Weverton (goleiro, Grêmio)
  • Internacional: Bruno Gomes (meio-campista, Internacional), Rafael Borré (atacante, Internacional) e Johan Carbonero (atacante, Internacional)
  • Palmeiras: Allan (meio-campista, Palmeiras), Andreas Pereira (meio-campista, Palmeiras), Carlos Miguel (atacante, Palmeiras) e Flaco López (atacante, Palmeiras)
  • Remo: Alef Manga (atacante, Remo), Marcelo Rangel (goleiro, Remo) e Marllon (zagueiro, Remo)
  • São Paulo: Rafael (goleiro, São Paulo)
  • Vasco: Léo Jardim (goleiro, Vasco) e Robert Renan (zagueiro, Vasco)

O que muda na prática

Para diretoria e comissão técnica, o resultado é claro: menos margem de manobra em janelas internas e maior valorização dos jogadores de plantel que ainda não extrapolaram o limite. Em clubes com calendário cheio—entre Brasileirão, Copa do Brasil e competição continental—usar com critério os atletas é estratégia de sobrevivência. No Rio, isso pode influenciar convocações para clássicos no Maracanã e decisões táticas em São Januário. A temporada segue longa; o desafio agora é administrar minutos sem perder competitividade.

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