
brasil copa 2026 aparece em 16º lugar no ranking publicado pelo The Athletic após a definição das quartas de final da Copa do Mundo de 2026, colocando a Seleção atrás de países como Canadá e Cabo Verde.
A avaliação do veículo, agora parte do grupo do New York Times, reavalia o desempenho das 48 seleções no torneio. Segundo a peça, a campanha brasileira — comandada pelo técnico Carlo Ancelotti — ficou abaixo das expectativas depois da eliminação nas oitavas de final, derrota por 2 a 1 para a Noruega.
O que diz o ranking e o jogo das oitavas
Na lista, o Brasil aparece em 16º; à frente estão Paraguai (9º), México (10º), Colômbia (11º), Estados Unidos (12º), Egito (13º), Canadá (14º) e Cabo Verde (15º). O texto elogia a campanha histórica de Cabo Verde e destaca seleções que, mesmo eliminadas, superaram o desempenho brasileiro na avaliação técnica.
O confronto com a Noruega teve drama: Neymar (atacante, Al-Hilal) entrou nos minutos finais, converteu pênalti nos acréscimos e viveu cena forte com o goleiro norueguês Ørjan Nyland (goleiro da seleção da Noruega), além do desentendimento com Martin Ødegaard (meio-campista, Arsenal). Ainda assim, o placar ficou a favor dos nórdicos e a Seleção acabou eliminada.
Os favoritos e o topo do ranking
O topo da lista reúne as oito equipes classificadas às quartas de final: França, Espanha, Argentina, Inglaterra, Marrocos, Noruega, Bélgica e Suíça. O Athletic ressalta a força ofensiva dos franceses, com menção a Kylian Mbappé e companheiros como razões para manterem o favoritismo.
O recorte técnico do veículo prioriza consistência no torneio e desempenho relativo frente ao elenco e expectativa — fatores que derrubaram o Brasil para fora do top 10 na avaliação.
Contexto e histórico da seleção
Essa posição é especialmente desconfortável para o torcedor: a campanha de 2026 passa a ser a segunda pior da Seleção em Copas, segundo o levantamento. A última vez que o Brasil terminou em colocação semelhante foi em 1966, na Inglaterra, quando foi eliminado ainda na fase de grupos. A pior campanha registrada ocorreu em 1934, na Itália, quando o torneio foi decidido em mata-mata e a equipe brasileira caiu logo na estreia.
No Brasil, a reação à campanha segue em discussão — técnica, elenco e decisão de formação são pontos centrais. O resultado em campo e a avaliação externa também reverberam no calendário de transferências e na preparação para os próximos torneios, com olhos voltados ao que será ajustado por Ancelotti e sua comissão.
O que muda para a Seleção
Fato é que o ranking do The Athletic serve como termômetro de críticas e ajustes. Para o torcedor que acompanha no celular entre trabalho e afazeres, fica a certeza de que a Seleção não está invulnerável: há trabalho pela frente, debates sobre formação e cobrança por resultados que voltem a colocar o Brasil entre os favoritos.
Do lado emocional, ainda sobra imagem: jogadores que choram, discussões na beira do campo e a torcida que volta para casa esperando respostas. O futebol carioca — que vive intensamente cada resultado, seja no Maracanã ou em qualquer madrugada de Copa — observa atento.



