Brasil tem 84,3% de chance de avançar ao mata-mata da Copa do Mundo

Jogadores da Seleção Brasileira reunidos em campo durante partida
Imagem: Divulgação / Reprodução

brasil mata-mata 84,3%: O Brasil tem 84,3% de chance de avançar para o mata-mata da Copa do Mundo, segundo cálculo do departamento de matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O levantamento coloca a Seleção Brasileira em 14º lugar no ranking considerado pela pesquisa. A projeção leva em conta desempenho na estreia, histórico recente e a força relativa dos adversários no grupo. No campo, o empate contra o Marrocos e o confronto seguinte com o Haiti na próxima sexta-feira (19) moldam a trajetória da equipe na fase de grupos.

Confira o ranking:

O modelo da UFMG aponta líderes com probabilidades muito altas de classificação, destacando a Alemanha, a Argentina e a Suécia nas primeiras posições. Países como Estados Unidos, México e França também aparecem com percentuais superiores a 95%, refletindo elencos e resultados recentes. O Brasil surge atrás de seleções europeias e americanas, em uma projeção que mostra grupos equilibrados e jogos decisivos pela frente. A lista completa abaixo mostra as probabilidades por país e grupo.

  • Alemanha (Grupo E) – 98,4%
  • Argentina (Grupo J) – 98,1%
  • Suécia (Grupo F) – 96,9%
  • Estados Unidos (Grupo D) – 96,8%
  • México (Grupo A) – 95,7%
  • França (Grupo I) – 95,3%
  • Noruega (Grupo I) – 95,3%
  • Costa do Marfim (Grupo E) – 95,2%
  • Coreia do Sul (Grupo A) – 94%
  • Áustria (Grupo J) – 93,9%
  • Austrália (Grupo D) – 92,9%
  • Escócia (Grupo C) – 90,9%
  • Inglaterra (Grupo L) – 85,4%
  • Brasil (Grupo C) – 84,3%
  • Marrocos (Grupo C) – 83,4%
  • Bélgica (Grupo G) – 81,5%
  • Croácia (Grupo L) – 80,7%
  • Portugal (Grupo K) – 80%
  • Espanha (Grupo H) – 77,7%
  • Holanda (Grupo F) – 74,9%
  • Egito (Grupo G) – 73,5%
  • Suíça (Grupo B) – 73,4%
  • Japão (Grupo F) – 70,5%
  • Colômbia (Grupo K) – 68,2%
  • Uruguai (Grupo H) – 67,3%
  • Qatar (Grupo B) – 65,7%
  • Canadá (Grupo B) – 64,8%
  • Bósnia (Grupo B) – 62,6%
  • Irã (Grupo G) – 62,4%
  • RD Congo (Grupo K) – 60,9%
  • Arábia Saudita (Grupo H) – 59,9%
  • Cabo Verde (Grupo H) – 59,3%
  • Uzbequistão (Grupo K) – 57,5%
  • Panamá (Grupo L) – 54,7%
  • Senegal (Grupo I) – 52,4%
  • Equador (Grupo E) – 51,5%
  • Gana (Grupo L) – 47,1%
  • Argélia (Grupo J) – 46,5%
  • Nova Zelândia (Grupo G) – 46,2%
  • Tchéquia (Grupo A) – 43,7%
  • Paraguai (Grupo D) – 40,4%
  • Turquia (Grupo D) – 36,3%
  • África do Sul (Grupo A) – 34%
  • Tunísia (Grupo F) – 29,3%
  • Iraque (Grupo I) – 23,8%
  • Jordânia (Grupo J) – 21,5%
  • Curaçao (Grupo E) – 19,2%
  • Haiti (Grupo C) – 16,2%

Situação do Brasil

A situação do Brasil no grupo aparece sólida, mas não folgada: 84,3% é uma margem confortável, porém dependente de resultados e saldo de gols nas próximas rodadas. A Seleção empatou na estreia contra o Marrocos, resultado que deixou o grupo em aberto e manteve a pressão para o duelo com o Haiti. A partida contra o Haiti, marcada para a próxima sexta-feira (19), é peça-chave para consolidar a classificação e reduzir riscos antes do encerramento da fase de grupos. O modelo da UFMG combina resultados recentes e força relativa dos adversários, e sinaliza que uma vitória neste jogo colocaria o Brasil em posição muito favorável para o mata-mata.

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