
bélgica x irã terminou 0 a 0 neste domingo (21) no SoFi Stadium, em Los Angeles, pela segunda rodada do Grupo G da Copa do Mundo 2026. A Bélgica pressionou do primeiro ao último minuto, mas esbarrou na retranca iraniana e nas intervenções do goleiro Alireza Beiranvand, titular da seleção iraniana. O empate deixa as duas equipes com dois pontos em dois jogos e mantém a chave totalmente aberta para a última rodada. A seleção belga vinha de um 1 a 1 com o Egito, enquanto o Irã igualou em 2 a 2 com a Nova Zelândia na estreia. O desfecho mostrou equilíbrio e manteve a expectativa para os confrontos finais da fase de grupos.
Situação no Grupo G
Com o 0 a 0, Bélgica e Irã somam dois pontos e seguem empatados na tabela do Grupo G, com a definição de classificação adiada para a última rodada. A liderança pode ser decidida já na próxima fase de confrontos: a Bélgica enfrenta a Nova Zelândia em Vancouver e o Irã pega o Egito em Seattle, ambos no sábado (27) à 0h (horário de Brasília). O vencedor de cada partida pode passar à frente na chave, enquanto empates mantêm a disputa aberta até o fim. Para ambas as seleções, o cenário exige equilíbrio entre protagonismo ofensivo e solidez defensiva. A disputa promete tensão até o apito final da fase de grupos.
Como foi o jogo
A Bélgica atuou praticamente inteira no campo adversário, tentando furar o muro iraniano com criatividade e transições rápidas. Jogadores como Kevin De Bruyne (meia da seleção belga), Leandro Trossard (atacante da seleção belga) e Romelu Lukaku (atacante da seleção belga) foram os pontos de referência do ataque, mas faltou o último passe e a pontaria frente a um bloqueio compacto. O Irã usou formações mais defensivas e fechadas ao longo do confronto, apostando em contra-ataques e na segurança do setor defensivo para segurar o 0 a 0. A partida teve um gol iraniano anulado pelo VAR ainda no primeiro tempo, após verificar impedimento em jogada ensaiada.
Momentos decisivos
O goleiro Alireza Beiranvand, titular da seleção iraniana, assumiu o protagonismo com defesas em lances de grande perigo, incluindo uma sequência no fim da partida que preservou o empate. Aos 20 minutos do segundo tempo a Bélgica ficou com um a menos: Ngoy, defensor da seleção belga, foi expulso por segurar Taremi e impedir um contra-ataque, deixando os europeus em desvantagem numérica. Taremi (atacante da seleção iraniana) foi o protagonista do lance que originou a expulsão e também do gol anulado antes do intervalo. De Cuyper (meia da seleção belga) teve chances claras, incluindo um chute à queima-roupa defendido por Beiranvand, mas não conseguiu furar o bloqueio iraniano. No fim, o Irã soube administrar o resultado e a Bélgica não encontrou alternativa para a virada.
Análise
O empate confirma duas características claras: a capacidade defensiva do Irã em jogos grandes e as dificuldades da Bélgica em converter domínio de posse em gols contra retrancas bem organizadas. Historicamente, seleções que jogam com linhas baixas e transições rápidas conseguem neutralizar adversários mais técnicos quando há precisão nas costas e no goleiro, como foi o caso de hoje. Para seleções sul-americanas observando o Grupo G, o duelo reforça a necessidade de paciência e variação ofensiva diante de blocos compactos. O desempenho de Beiranvand e a disciplina tática iraniana foram fatores reais que mudaram o ritmo da partida.
Próxima rodada e implicações
A última rodada será decisiva: a Bélgica encara a Nova Zelândia em Vancouver e o Irã pega o Egito em Seattle, ambos locais com clima e gramados que podem influenciar a leitura tática dos treinadores. Os dois jogos acontecem na madrugada de sábado (27) às 0h (de Brasília), e os resultados definirão quem avança à fase de mata-mata e quem pode precisar de uma combinação de resultados para seguir adiante. O empate de hoje manteve o grupo embolado e colocou pressão sobre as seleções para resolverem suas contas na última partida. No fim das contas, a Copa de 2026 segue mostrando que, no futebol, estrela e talento só vencem quando encaixam no coletivo.



