Atacantes do Fluminense marcaram apenas um gol de pênalti desde a pausa da Copa

John Kennedy com expressão de frustração vestindo o uniforme do Fluminense após perder chance
Imagem: Divulgação / Reprodução

Fluminense vive uma seca ofensiva: os atacantes do Fluminense marcaram apenas um gol — de pênalti — desde a parada da Copa do Mundo, e a conta da artilharia reflete tensão no grupo.

O contexto saltou aos olhos no 0 a 0 com o Bahia, quando John Kennedy (atacante do Fluminense), artilheiro do elenco com 14 gols na temporada, perdeu duas chances claras e foi vaiado pela torcida. O jovem já havia ficado fora de dois jogos recentemente.

Castillo contratado como solução e a cobrança

Rodrigo Castillo (atacante do Fluminense) foi comprado junto ao Lanús por cerca de R$ 51 milhões (≈ €10 milhões) com a promessa de ser a referência no ataque. A conta chegou alta e, na prática, a cobrança é imediata: a diretoria esperava que Castillo ajudasse a destravar o jogo ofensivo do time.

O valor da transferência amplia a expectativa da torcida e pressiona a comissão técnica a encontrar combinações que rendam mais gols.

Quem fez os últimos gols do Fluminense

Desde a volta da Copa, os gols do Fluminense praticamente sumiram entre os atacantes. As últimas redes foram balançadas por Martinelli (atacante do Fluminense) e Ignácio (zagueiro do Fluminense), com um gol cada — sinal de que a bola tem chegado ao fundo da rede mais em jogadas de bola parada ou de laterais do que em arrancadas de centroavantes.

Como Diego Zubeldía tem usado os atacantes

Diego Zubeldía (técnico do Fluminense) tem alternado esquemas e peças no ataque na tentativa de achar a melhor combinação. Em alguns jogos, apostou em um homem de referência; em outros, em movimentação com dois atacantes para buscar profundidade pelas pontas.

Essas variações, porém, ainda não resultaram em produtividade consistente. A falta de finalizações convertidas por jogadores de frente obriga o treinador a repensar funções e posicionamento até encontrar uma fórmula que renda gols nos jogos decisivos.

Impacto e análise

No curto prazo, a seca dos atacantes complica a ambição do Fluminense nas competições em disputa — Brasil e mata-mata pedem jogador de área que decida. Historicamente, times cariocas que atravessam períodos assim acabam dependendo de soluções defensivas ou de bolas paradas.

Se o problema persistir, a diretoria pode sentir pressão para mexer no elenco já nas próximas janelas. Até lá, a responsabilidade cai sobre os ombros de John Kennedy (atacante do Fluminense) e de Rodrigo Castillo (atacante do Fluminense) para recuperar a confiança e reverter o quadro.

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