
O Al-Ahli confirmou o bicampeonato da Champions League da Ásia neste sábado ao bater o Machida Zelvia por 1 a 0, na prorrogação, no King Abdullah Sports City, em Jeddah. O gol decisivo saiu na etapa extra, marcado por Feras Al-Brikan (atacante do Al-Ahli), depois de uma jogada construída pelos jogadores de frente. O time saudita, comandado pelo técnico Matthias Jaissle (treinador do Al-Ahli), sofreu com a expulsão de Zakaria Hawsawi (lateral do Al-Ahli) aos 68 minutos, mas segurou a pressão até o tempo extra. A festa teve cerca de 59 mil torcedores, em Jeddah, que recebe a fase final da competição pelo segundo ano seguido.
Como veio o gol
Mesmo com um jogador a menos, o Al-Ahli abriu as linhas nos minutos finais e conseguiu levar a decisão para a prorrogação. A jogada do título começou com um cruzamento de Riyad Mahrez (atacante/ala do Al-Ahli), passou por um desvio de Franck Kessié (meio-campista do Al-Ahli) e terminou na finalização certeira de Feras Al-Brikan (atacante do Al-Ahli). A conclusão veio com frieza na área, e o arqueiro adversário não teve resposta suficiente na prorrogação. Foi um gol que coroou a resistência da equipe saudita diante da pressão do rival.
Veja como foi
O Machida Zelvia assustou cedo: Kosei Tani (goleiro do Machida Zelvia) fez grande defesa em chute de Galeno (atacante do Machida Zelvia) ainda no primeiro tempo, e em seguida Daihachi Okamura (zagueiro do Machida Zelvia) evitou o rebote em final de Ivan Toney (atacante do Machida Zelvia). Antes do intervalo, Merih Demiral (zagueiro do Machida Zelvia) acertou o travessão numa trama ofensiva do time japonês, mostrando perigo constante. A partida teve ritmo intenso, com trocas de oportunidades e tensão crescente até os minutos finais.
A expulsão de Zakaria Hawsawi ocorreu após um lance com Tete Yengi (atacante do Machida Zelvia), o que deixou o Al-Ahli em desvantagem numérica e abriu campo para o ataque japonês. Com um a mais, o Machida pressionou e chegou perto em chutes e bolas paradas, mas parou em defesas importantes de Edouard Mendy (goleiro do Al-Ahli). Mendy foi decisivo ao conter finalizações de Hiroyuki Mae (meio-campista do Machida Zelvia) e Yuki Soma (atacante do Machida Zelvia), mantendo o 0 a 0 até a prorrogação. No tempo extra, o domínio emocional e a precisão nas jogadas de bola parada deram o troféu ao Al-Ahli.
O título coloca o Al-Ahli como o segundo clube a conseguir a defesa do troféu na história moderna da competição, repetindo feito que havia sido alcançado pelo Al-Ittihad em 2005. Para o técnico Matthias Jaissle e o elenco, é a confirmação de um projeto que consolidou reforços e resistiu às adversidades do jogo decisivo. A final em Jeddah reuniu torcedor, clima de decisão e a dramaticidade típica de decisões continentais, encerrando a campanha com festa saudita.



