Bélgica goleia Estados Unidos por 4 a 1 e avança às quartas da Copa do Mundo 2026

Torcida belga vibrando e bandeiras no Lumen Field durante a vitória por 4 a 1
Imagem: Divulgação / Reprodução

A Bélgica venceu os Estados Unidos por 4 a 1 nesta segunda-feira (6), em Seattle, e garantiu vaga nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026. Charles De Ketelaere (atacante, seleção da Bélgica) foi o nome do jogo com dois gols, enquanto Hans Vanaken (meio-campista, seleção da Bélgica) e Romelu Lukaku (centroavante, seleção da Bélgica) fecharam a conta.

O duelo em Lumen Field começou quente: os belgas abriram o placar cedo e controlaram grande parte das ações, e os anfitriões tiveram apenas lampejos — como o gol de falta de Malik Tillman (meia, seleção dos Estados Unidos).

O que aconteceu em campo

No minuto inicial, Timothy Castagne (lateral, seleção da Bélgica) já ofereceu perigo com um chute que obrigou o goleiro Matt Freese (goleiro, seleção dos Estados Unidos) a se esticar. A pressão deu resultado aos nove minutos, quando Nicolas Raskin (volante, seleção da Bélgica) cruzou e De Ketelaere completou para abrir o placar.

Os Estados Unidos reagiram: Malik Tillman cobrou falta e a bola desviou na barreira para enganar Thibaut Courtois (goleiro, seleção da Bélgica) e empatar a partida. Mas a Bélgica respondeu rapidinho. Leandro Trossard (ponta, seleção da Bélgica) cruzou e De Ketelaere cabeceou para colocar os europeus na frente de novo.

Antes do intervalo o jogo teve chances dos dois lados: Dodi Lukébakio (ponta, seleção da Bélgica) quase marcou e Folarin Balogun (centroavante, seleção dos Estados Unidos) desperdiçou uma boa oportunidade na pequena área.

Decisão e goleada

Na etapa final, uma saída em falso do goleiro Matt Freese deixou a bola com Hans Vanaken, que arriscou de longe e fez 3 a 1. O controle belga se manteve e, já nos minutos finais, Romelu Lukaku entrou do banco e completou a goleada por 4 a 1.

O resultado leva a Bélgica a encarar a Espanha nas quartas de final. O jogo está marcado para sexta-feira (10), às 16h (horário de Brasília), no SoFi Stadium, em Los Angeles.

Análise e contexto

Esta vitória devolve à Bélgica um resultado convincente em mata-mata, após campanhas irregulares em torneios recentes. De Ketelaere saiu do jogo como destaque: além dos dois gols, mostrou mobilidade e presença na área — estatística-chave para o técnico que conduz os Diabos Vermelhos.

Para os Estados Unidos, a eliminação repete uma despedida em casa que lembra 1994, quando a seleção norte-americana também não avançou além das primeiras fases de mata-mata. A infraestrutura do país e a atmosfera dos estádios — Lumen Field foi palco de boa presença de público — seguem como vitrine para o futebol americano, mas a seleção precisa ajustar ofensiva e transição defensiva antes dos próximos grandes torneios.

O que fica

  • Charles De Ketelaere (atacante, seleção da Bélgica): dois gols e influência direta no resultado.
  • Romelu Lukaku (centroavante, seleção da Bélgica): entrou do banco e fechou a goleada.
  • Malik Tillman (meia, seleção dos Estados Unidos): gol de falta que deu esperança ao time anfitrião.

Foi um jogo de clareza tática para a Bélgica e de frustração para os Estados Unidos. Agora, a nação belga vai tentar manter o ritmo diante de uma Espanha curta e técnica — duelo que promete ser teste de verdade para a seleção que sonha alto em 2026.

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