
A Copa do Mundo 2026 ficou, pela primeira vez, sem Brasil, Alemanha e Itália nas quartas de final: o Brasil foi eliminado pela Noruega nas oitavas de final em 5 de julho de 2026, após uma campanha que encerrou antes da fase decisiva.
O que aconteceu
O pentacampeão Brasil não avançou às quartas e encerrou a participação ainda nas oitavas de final — algo que não ocorria desde 1990. A eliminação para a Noruega confirmou o inédito cenário neste domingo, 5 de julho de 2026.
A Alemanha, dona de quatro títulos, já havia sido eliminada anteriormente pelo Paraguai nos pênaltis, na fase de 16 avos de final — rodada introduzida na edição de 2026 com a ampliação do torneio. A Itália, tetracampeã, sequer disputou o Mundial: caiu nas repescagens das Eliminatórias ao perder para a Bósnia e Herzegovina e ficou fora da competição.
Impacto imediato
O resultado muda a geografia de favoritismos e histórias do torneio: seleções tradicionais que somam 13 títulos mundiais no total (Brasil 5, Alemanha 4, Itália 4) não estarão entre as oito melhores. Isso abre espaço para outras forças internacionais e para surpresas que já vêm sendo a marca desta edição.
Para o torcedor brasileiro, a sensação é de frustração misturada com análise: O Brasil continua a ser a seleção com mais taças, mas a eliminação precoce levanta questões sobre renovação, tática e aproveitamento em momentos-chave do torneio.
Contexto e histórico
Historicamente, Brasil, Alemanha e Itália monopolizaram boa parte das glórias mundiais. Ver as três ausentes nas quartas é um fato raro — e provoca reflexões sobre a distribuição de forças no futebol global, a evolução tática de seleções menores e o efeito da ampliação do Mundial de 32 para 48 seleções nesta edição.
O futebol tem dessas reviravoltas. Em campo, a bola não conhece ranking; fora dele, a ausência das grandes potências altera narrativa, exposição midiática e até projeção econômica das próximas fases do torneio.
O momento
Como jornalista e torcedor, dá para sentir a noite longa de lamentações nas torcidas — e também o cheiro de oportunidade para quem ficou. O Mundial segue vivo, com novas histórias a serem escritas e palcos prontos para consagrar outros nomes.
Agora, as atenções se voltam para as quartas: quem vai aproveitar a brecha deixada pelos gigantes e transformar a chance em história?



