
Vinicius Junior, atacante do Real Madrid, marcou em todos os jogos da fase de grupos da Copa do Mundo 2026. Na quarta-feira (24) ele anotou dois gols contra a Escócia e chegou a quatro no torneio, entrando em uma lista histórica da Seleção Brasileira. A partida foi o 51º jogo de Vinicius pela seleção, e os dois gols também o colocaram na briga pela artilharia do Mundial. O resultado reforça a presença do camisa na rotação ofensiva do Brasil rumo às fases eliminatórias.
O atacante balançou as redes em Marrocos (estreia), no 3 a 0 sobre o Haiti e marcou duas vezes contra a Escócia na última rodada da fase de grupos. Com esse desempenho, Vinicius Junior soma quatro gols em três partidas e confirma o bom momento também com o clube. O Brasil avançou com segurança na fase de grupos, e o desempenho do setor ofensivo é um ponto de atenção para adversários nas próximas etapas. A regularidade de Vini no torneio amplia as opções de ataque do técnico e acende a torcida pelo segundo semestre.
Quem marcou nos três primeiros jogos da Copa
- Vinicius Junior: atacante do Real Madrid — quatro gols nos primeiros três jogos da Seleção: 1 vs Marrocos, 1 vs Haiti, 2 vs Escócia.
- Rivaldo: ex-meia-atacante — cinco gols nos primeiros cinco jogos do Brasil na Copa de 2002, incluindo tentos nas fases de grupos e mata-mata.
- Ronaldo Fenômeno: ex-atacante — cinco gols nos primeiros quatro jogos do Brasil na Copa de 2002, com atuação decisiva nas fases iniciais.
- Romário: ex-atacante — três gols nos primeiros três jogos do Brasil na Copa de 1994, batendo na fase de grupos e garantindo presença no mata-mata.
- Jairzinho: ex-atacante — sete gols nos seis primeiros jogos do Brasil na Copa de 1970, marcando em todas as partidas daquela campanha vitoriosa.
Contexto e análise
Entrar nessa lista é um feito que, historicamente, esteve ligado a campanhas de sucesso da Seleção. Jairzinho, Romário, Ronaldo e Rivaldo que aparecem nessa comparação foram nomes centrais em Copas em que o Brasil brigou pelo título — três deles saíram campeões. Os números de Vinicius — quatro gols em três jogos e a marca de 51 partidas pela Seleção — mostram que o jogador chegou ao torneio em alta e colocando pressão sobre os marcadores adversários. Para o futebol brasileiro, ter um atacante com regularidade de finalização é um ativo enorme nas fases de mata-mata, quando detalhes resolvem eliminatórias.
Do ponto de vista tático, a Seleção ganha alternativas com Vini jogando aberto e atacando espaços nas costas das defesas, o que influencia como os rivais armam marcação. A disputa pela artilharia pode se acirrar, e cada atuação do atacante do Real Madrid será observada com lupa pela torcida e pela imprensa — com a energia típica do torcedor carioca que vibra em estádio como o Maracanã quando a Seleção volta ao Rio. O desempenho do camisa 7 mantém aceso o debate sobre rotatividade do elenco e opções para as próximas fases.



