
O New York Times publicou um levantamento reunindo as seleções favoritas para a Copa do Mundo de 2026, e a Seleção Brasileira aparece na quarta posição do ranking. No texto, o jornal destaca que o técnico Carlo Ancelotti pode ser o grande trunfo para um país que não ergue o título mundial há 24 anos. A avaliação chega em um contexto em que a campanha nas eliminatórias ainda é lembrada como turbulenta e gera debate sobre a consistência do time. A análise combina histórico, forma recente e perfil dos comandantes para montar a lista de favoritos rumo ao torneio.
O jornal questiona se o Brasil brigará pelo título ou sofrerá uma eliminação precoce diante de um adversário europeu, lembrando a campanha instável nas eliminatórias; ao mesmo tempo, ressalta que a experiência de Ancelotti pode equilibrar a equipe em momentos decisivos.
Top 10 dos favoritos à Copa, segundo New York Times
- Espanha
- Argentina
- França
- Brasil
- Holanda
- Inglaterra
- Portugal
- Alemanha
- Colômbia
- Marrocos
Na avaliação, a Espanha surge como principal favorita graças a um conjunto de jovens talentos que assustam adversários. A Argentina aparece logo atrás, com um favoritismo que o jornal considera merecido pela qualidade do elenco e por resultados recentes. A França figura em terceiro lugar, mas a publicação lembra que a campanha na Eurocopa de 2024 deixou dúvidas sobre sua consistência. Países tradicionais como Holanda, Inglaterra e Portugal também pontuam alto na lista por conta de elencos equilibrados e bons momentos individuais.
Impacto para o futebol carioca
No Rio, a lista do New York Times mexe com as torcidas que vivem e respiram futebol: o Mengão, o Tricolor das Laranjeiras, o Glorioso e o Gigante da Colina estarão ligados em cada convocação. A presença de atletas que atuam no Brasil e no exterior força clubes e seleções a negociar cuidados com a carga física durante Brasileirão, Copa do Brasil, Libertadores e Cariocão. Quando a Seleção se reúne, o Maracanã, São Januário e o Estádio Nilton Santos viram palcos de expectativa e comentários entre torcedores e dirigentes. Essa articulação entre calendário de clubes e seleção será decisiva para a preparação rumo a 2026.
O que esperar daqui para frente
Estar na quarta posição do ranking impõe responsabilidade, mas não determina resultados em campo: Copa é jogo a jogo. As próximas etapas passam pela definição do elenco, sequência de amistosos e monitoramento da forma física dos jogadores mais experientes. No Rio, a expectativa segue viva e apaixonada, com debates que vão do Maraca às arquibancadas de São Januário e do Nilton Santos. Até o pontapé inicial em 2026 muita coisa pode mudar, e as torcidas vão acompanhar cada passo com paixão e cobrança.



