Botafogo vai a Guayaquil com escalação mantida para enfrentar o Barcelona-EQU

Botafogo escalado sem mudanças para enfrentar o Barcelona-EQU em Guayaquil | FogãoNET
Imagem: Divulgação / Reprodução

Escalação do Glorioso

O Botafogo entra em campo com a mesma formação que iniciou o duelo contra o Nacional Potosí no Nilton Santos, e o treinador Martín Anselmi manteve a confiança no time titular. A partida de ida da terceira fase preliminar da Copa Libertadores será disputada nesta terça-feira, 3/3, às 21h30, em Guayaquil, no Estádio Monumental. Para o Glorioso, a manutenção da base é uma aposta na continuidade tática e na proteção da vaga para a fase de grupos. A presença de Matheus Martins no ataque indica que o treinador aposta numa referência ofensiva jovem e móvel para furar a defesa equatoriana. Com a viagem ao Equador, o elenco também precisou ajustar logística e foco para enfrentar a altitude e o calor local.

Escalação titular do Botafogo

O time titular divulgado tem Léo Linck (goleiro – Botafogo) como última barreira, com a linha defensiva composta por Mateo Ponte (lateral-direito – Botafogo), Bastos (zagueiro – Botafogo) e Alexander Barboza (zagueiro – Botafogo). No meio-campo aparecem Vitinho (meio – Botafogo), Newton (volante – Botafogo), Danilo (meio – Botafogo) e Alex Telles (lateral-esquerdo – Botafogo), reforçando a proposta de compactação e apoio nas laterais. No setor ofensivo, Jordan Barrera (atacante/ponteiro – Botafogo), Matheus Martins (atacante/centroavante – Botafogo) e Álvaro Montoro (meio-campista – Botafogo) são a referência criativa e finalizadora da equipe. A escolha mantém um equilíbrio entre experiência defensiva e juventude ofensiva, apostando no entrosamento já visto na pré-temporada e na fase inicial das competições.

Banco de reservas e opções táticas

As opções no banco trazem Raul (goleiro – Botafogo) como alternativa segura na meta, além de nomes defensivos como Kadu (zagueiro – Botafogo), Ythallo (lateral/zagueiro – Botafogo) e Justino (zagueiro – Botafogo). No meio-campo e no ataque o treinador conta com Jhoan Hernández (meio-campista – Botafogo), Wallace Davi (meio-campista – Botafogo) e Arthur Novaes (atacante – Botafogo) para mudanças de ritmo e recomposição. O setor ofensivo ganha presença de Caio Valle (atacante – Botafogo), Nathan Fernandes (atacante/ponteiro – Botafogo), Joaquín Correa (atacante – Botafogo) e Arthur Cabral (centroavante – Botafogo) se necessário for buscar força física e experiência na área. Essas peças dão ao técnico alternativas para segurar resultado ou buscar reação, dependendo do que acontecer no Monumental.

Escalação do Barcelona-EQU

O adversário equatoriano também está escalado e vai a campo com Contreras (goleiro – Barcelona-EQU) na meta, tendo na defesa Carabalí (lateral-direito – Barcelona-EQU), Javier Báez (zagueiro – Barcelona-EQU), Rangel (zagueiro – Barcelona-EQU) e Vallecilla (lateral/zagueiro – Barcelona-EQU). O meio-campo tem Jhonny Quiñónez (meio-campista – Barcelona-EQU), Céliz (meio-campista – Barcelona-EQU) e João Rojas (meio/ponteiro – Barcelona-EQU), com capacidade de transição rápida e velocidade pelas pontas. Na frente aparecem Tomás Martínez (meia-atacante – Barcelona-EQU), Darío Benedetto (centroavante – Barcelona-EQU) e Héctor Villalba (atacante/ponteiro – Barcelona-EQU), nomes que trazem experiência e poder de finalização. A combinação entre Martínez e Benedetto representa a principal ameaça ofensiva que o Glorioso terá de neutralizar para tentar um bom resultado fora de casa.

Impacto para o futebol carioca

O confronto tem relevância direta para o futebol do Rio: a classificação do Botafogo para a fase de grupos da Libertadores amplia a presença carioca na principal competição continental e influencia calendário e prioridades do clube na temporada. Com a pré-Libertadores, a CBF já ajustou partidas do calendário nacional para acomodar o Fogão, o que mexe com o planejamento de Brasileirão e Copa do Brasil. Uma campanha sólida do Glorioso também traz receita e visibilidade que reverberam na economia do clube e no mercado de transferências, beneficiando elenco e categorias de base. Para a torcida alvinegra e para o futebol carioca, a passagem à fase de grupos seria um sopro de confiança e a chance de reeditar grandes noites sul-americanas no futuro.

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