
O jornal inglês publicou um ranking com os 50 maiores nomes da história das Copas do Mundo, colocando Pelé, Diego Maradona e Lionel Messi no pódio. Pelé (atacante, falecido) lidera a lista, seguido por Maradona (meia-ofensivo, falecido) e Messi (atacante, Inter Miami). A seleção reúne lendas de várias décadas e lembra momentos que marcaram o Mundial, dos gols históricos às atuações que entraram para a memória do futebol. É lista para discutir no botequim, na arquibancada do Maracanã ou na conversa com o irmão tricolor, mas traz também registro frio: nomes e posições que fizeram história.
Pelé aparece em primeiro lugar com a trajetória de três títulos mundiais (1958, 1962 e 1970) como cartão de visitas. Maradona vem em segundo por sua Copa de 1986 e por partidas que viraram lenda. Messi, terceiro, carrega o título de 2022 pela Argentina e um impacto recente que cruzou décadas de carreira. Esse top 3 resume bem as eras do futebol mundial, do drible clássico à modernidade tática e física.
O Brasil teve 13 representantes no top 50, reforçando a influência canarinha no Mundial: Pelé (atacante, falecido), Garrincha (ponta-direita, falecido), Ronaldo Nazário (atacante, aposentado), Cafu (lateral-direito, aposentado), Jairzinho (ponta-direita, aposentado), Carlos Alberto Torres (lateral-direito, aposentado), Romário (atacante, aposentado), Rivaldo (atacante, aposentado), Roberto Carlos (lateral-esquerdo, aposentado), Didi (meia, falecido), Ronaldinho Gaúcho (meia-atacante, aposentado), Leônidas (atacante, falecido) e Vavá (atacante, falecido). Esses nomes atravessam gerações e têm relação direta com clássicos disputados no Maracanã, em São Januário e em estádios que viraram templo na história do futebol.
A maior surpresa para muitos torcedores foi a ausência de Cristiano Ronaldo (atacante, Al Nassr) na lista, mesmo com a possibilidade de disputar a Copa de 2026. O português segue acumulando gols e recordes em clubes, mas não apareceu no top 50 desta votação específica. Eusébio (atacante, falecido) foi o único representante de Portugal no ranking, colocado em 18º, com menção às suas atuações de destaque na Copa de 1966. No balanço final, a lista mistura lendas consagradas do século XX e estrelas que brilharam no novo milênio.
Veja o top 50 completo
- Pelé (atacante, falecido) — Brasil
- Diego Maradona (meia-ofensivo, falecido) — Argentina
- Lionel Messi (atacante, Inter Miami) — Argentina
- Franz Beckenbauer (líbero, aposentado) — Alemanha Ocidental
- Ronaldo Nazário (atacante, aposentado) — Brasil
- Zinedine Zidane (meia, aposentado) — França
- Garrincha (ponta-direita, falecido) — Brasil
- Kylian Mbappé (atacante, Paris Saint-Germain) — França
- Gerd Müller (atacante, falecido) — Alemanha Ocidental
- Miroslav Klose (atacante, aposentado) — Alemanha
- Johan Cruyff (meia-atacante, falecido) — Holanda
- Lothar Matthäus (meio-campista, aposentado) — Alemanha Ocidental/Alemanha
- Bobby Moore (zagueiro, falecido) — Inglaterra
- Paolo Rossi (atacante, falecido) — Itália
- Cafu (lateral-direito, aposentado) — Brasil
- Jairzinho (ponta-direita, aposentado) — Brasil
- Fabio Cannavaro (zagueiro, aposentado) — Itália
- Eusébio (atacante, falecido) — Portugal
- Andrés Iniesta (meio-campista, aposentado) — Espanha
- Carlos Alberto Torres (lateral-direito, aposentado) — Brasil
- Romário (atacante, aposentado) — Brasil
- Bobby Charlton (meia-ofensivo, falecido) — Inglaterra
- Just Fontaine (atacante, falecido) — França
- Roberto Baggio (meia-atacante, aposentado) — Itália
- Giuseppe Meazza (atacante, falecido) — Itália
- Xavi (meio-campista, aposentado) — Espanha
- Mario Kempes (atacante, aposentado) — Argentina
- Michel Platini (meia, aposentado) — França
- Paolo Maldini (zagueiro, aposentado) — Itália
- Luka Modrić (meio-campista, Real Madrid) — Croácia
- Thomas Müller (atacante/meia, Bayern de Munique) — Alemanha
- Lev Yashin (goleiro, falecido) — União Soviética
- Rivaldo (atacante, aposentado) — Brasil
- Sándor Kocsis (atacante, falecido) — Hungria
- Ferenc Puskás (atacante, falecido) — Hungria/Espanha
- Philipp Lahm (lateral, aposentado) — Alemanha
- Gordon Banks (goleiro, falecido) — Inglaterra
- Jürgen Klinsmann (atacante, aposentado) — Alemanha Ocidental/Alemanha
- Roger Milla (atacante, aposentado) — Camarões
- Roberto Carlos (lateral-esquerdo, aposentado) — Brasil
- Didi (meia, falecido) — Brasil
- Ronaldinho Gaúcho (meia-atacante, aposentado) — Brasil
- Martin Peters (meio-campista, falecido) — Inglaterra
- Antoine Griezmann (atacante, Atlético de Madrid) — França
- Rudi Völler (atacante, aposentado) — Alemanha
- Daniel Passarella (zagueiro, aposentado) — Argentina
- Didier Deschamps (volante/treinador, aposentado) — França
- Leônidas (atacante, falecido) — Brasil
- Vavá (atacante, falecido) — Brasil
- Fritz Walter (meio-campista, falecido) — Alemanha Ocidental
O que fica na memória
Listas assim sempre vêm com polêmica — e servem para lembrar jogadores que ocuparam estádios, marcaram Copas e mudaram gerações. Para o torcedor carioca, é impossível não fazer ligações imediatas com clubes locais: ídolos que vestiram vermelho, branco, preto e verde e lotaram Maracanã, São Januário e o Estádio Nilton Santos em decisões memoráveis. Estatísticas, gols e títulos são a base, mas a emoção de um drible decisivo num Mundial faz toda diferença na hora da eleição. No fim, o levantamento mostra a grandeza do futebol mundial e reforça o peso histórico dos brasileiros nas Copas.



