
Zubeldía confirma a mesma base que venceu o São Paulo
Zubeldía, técnico do Fluminense, manteve a base da equipe que derrotou o São Paulo na última rodada. O Tricolor das Laranjeiras viaja com confiança para encarar o Bolívar pela Copa Libertadores, apostando na sequência como arma para manter o ritmo. A decisão técnica privilegia entrosamento e compactação defensiva, com foco em não conceder espaços em transições. É uma escolha pragmática: repetir o time que deu resultado e buscar estabilidade em um mata-mata continental.
O desafio da altitude em La Paz e a estratégia
Partir para La Paz sempre exige cuidado: o jogo no Hernando Siles é histórico por penalizar equipes despreparadas fisicamente. O Bolívar conhece bem o palco e tende a usar a altitude como vantagem, forçando o Tricolor das Laranjeiras a controlar o ritmo e a administrar posse quando possível. Zubeldía trabalha variações no meio-campo para proteger a saída de bola e dar maior mobilidade aos atacantes em espaços reduzidos. A preparação física e o manejo do relógio serão decisivos para que o Fluminense segure o ímpeto local.
Implicações para a temporada e próximos capítulos
Além da Libertadores, o Fluminense segue em disputa no Brasileirão e com compromissos na Copa do Brasil, por isso a rotação segue no radar da comissão técnica. Manter a base agora não significa fechar a porta para ajustes: o time precisa recuperar atletas e preservar peças-chave ao longo das viagens. O retorno ao Maracanã pode trazer vantagem por campo e torcida, mas primeiro vem o teste em altitude contra o Bolívar. A mobilização do elenco e a leitura de jogo de Zubeldía vão dizer se o Tricolor mantém a ambição continental sem perder fôlego nas competições nacionais.



