Weverton, com 38 anos e 6 meses, será o segundo jogador mais velho do Brasil em Copas

Weverton será o segundo jogador mais velho da Seleção Brasileira em Copas | CNN Brasil
Imagem: Divulgação / Reprodução

Weverton entre os mais velhos da Seleção em Mundiais

O goleiro Weverton (goleiro, Grêmio) aparece na lista final de convocados para a Copa do Mundo de 2026 e entra no ranking histórico dos mais velhos a defender a Seleção Brasileira em Copas. Com 38 anos e seis meses na data do torneio, o arqueiro do Grêmio fica logo atrás do recordista de idade em Mundiais pelo Brasil. A presença de Weverton reforça a experiência entre os postes num elenco pensado para a pressão de um Mundial, seja em jogos do Brasileirão ou em torneios internacionais como a Libertadores. É um tema que rende debate nas rodas de estádio e nas ruas do Rio: veterania e segurança para a meta canarinha.

Quem ficou à frente e quem vem atrás

O único jogador mais velho que Weverton no histórico de Copas é Daniel Alves (lateral-direito, ex-jogador), que tinha 39 anos e seis meses durante a Copa de 2022. Já o zagueiro Thiago Silva (zagueiro, ex-jogador) aparece logo abaixo na lista de atletas mais experientes: especulado para compor o grupo, ele chegaria aos 41 anos e 10 meses durante o Mundial de 2026 caso fosse convocado. Em 2022, Thiago Silva tinha 38 anos e dois meses, posição que hoje figura na memória de torcedores do país após o Catar. Esses números mostram como a Seleção tem recorrido a nomes de experiência em momentos decisivos do calendário, entre Copa do Mundo e compromissos pela CONMEBOL.

O ranking de veteranos em Copas também traz lendas que marcaram época: Djalma Santos (lateral-direito, ex-jogador) aparece entre os primeiros colocados com 37 anos e quatro meses em sua participação histórica por seleções. O Top 5 é fechado por Nilton Santos (lateral-esquerdo, ex-jogador), que era um dos jogadores mais velhos quando conquistou o bicampeonato em 1962, no Chile, aos 37 anos. Esses nomes lembram a tradição brasileira de valorizar atletas experientes em torneios de alto nível, uma referência para torcedores do Maracanã e de outros palcos clássicos do futebol brasileiro.

Com a entrada de Weverton, sai do Top 5 outro goleiro que foi ao Mundial de 1986, no México, com 36 anos e 11 meses. A mudança no ranking reaviva debates sobre renovação e tradição na posição de goleiro da Seleção, algo discutido nas arquibancadas de estádios como o Maracanã e em conversas de botequim. Para o torcedor carioca, ver um arqueiro rodado como Weverton na lista traz segurança, aquela sensação de quem sabe lidar com pressão de decisão, Campeonato Brasileiro e mata-matas. Resta agora acompanhar o desenrolar da preparação rumo à Copa do Mundo 2026, onde tradição e juventude vão se encontrar em campo.

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