Edmílson diz que Barcelona atual não se compara ao time de 2005-06

Barcelona atual não se equipara ao de 2005-06, diz Edmílson à CNN | CNN Brasil
Imagem: Divulgação / Reprodução

Com o título da LaLiga em disputa, Barcelona e Real Madrid se enfrentam neste domingo (10), às 16h (horário de Brasília), no Camp Nou, em jogo válido pela 35ª rodada. Edmílson, ex-volante e ex-zagueiro (aposentado), e pentacampeão com a seleção, avaliou o momento do clube catalão e fez uma comparação direta com o time de 2005-06, do qual participou. Para o ex-jogador, apesar do talento do elenco atual, há diferenças claras de perfil e de histórico. Ele citou ainda Lamine Yamal (atacante, FC Barcelona) como jovem que tenta reproduzir passes e dribles à la Ronaldinho, mas disse que essa impressão não basta para equiparar as equipes. As opiniões foram dadas em entrevista recente, com tom de quem conhece o vestiário e a pressão de clássico.

O banco que virou história

Edmílson destacou que o Barcelona de 2005-06 tinha um banco recheado de nomes que se tornariam lendas, e que isso fazia diferença em decisões grandes. Ele lembrou de Andrés Iniesta (meio-campista, aposentado), Xavi Hernández (meio-campista, atualmente treinador) e Lionel Messi (atacante, Inter Miami), e disse que ter esses jogadores disponíveis mudava o patamar do time. A declaração reforça a ideia de profundidade técnica e experiência que, segundo Edmílson, faltaria ao atual elenco em comparação ao esquadrão histórico. O ex-jogador também ressaltou que qualidade tática e identidade de jogo não bastam sem o repertório de craques prontos para entrar e decidir.

O que está em jogo

Com a vitória ou empate do Barcelona no clássico, o clube pode encaminhar o 29º título de LaLiga, embora o Real Madrid ainda mantenha vida matemática na disputa, segundo a avaliação do próprio Edmílson. A partida no Camp Nou será decisiva pela 35ª rodada e tem ares de final, cenário que o ex-volante conhece bem e que costuma aquecer rivais e torcidas dos dois lados. No contexto europeu, comparações históricas viram pauta em véspera de clássicos, ponteando debates sobre legado e formação de ídolos. Para torcedores e cronistas, a igualdade ou a diferença entre gerações só se confirma em campo — e é ali que os números e as lendas se enfrentam.

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