
O Tricolor das Laranjeiras divulgou a lista de relacionados para o confronto contra o Bolívar pela Copa Libertadores, e a ausência que chama atenção é a de Paulo Henrique Ganso (meia, Fluminense). O técnico Luis Zubeldía (técnico, Fluminense) acompanhou o último treino e confirmou a formação que viajará para o compromisso continental. A notícia acendeu conversas na arquibancada e entre os torcedores, que seguem atentos às escolhas do comandante. A direção preferiu não detalhar motivações médicas ou técnicas no comunicado oficial.
Os relacionados do Fluminense
O elenco chamado para a partida traz um mix de experiência e juventude, com atletas da base integrando o grupo em função da maratona de jogos do calendário. Sem Ganso entre os relacionados, a comissão técnica aposta em alternativas no meio-campo para manter a organização e a chegada ao último terço. Luis Zubeldía vem testando variações táticas no CT Carlos Castilho, buscando equilíbrio entre proteção defensiva e transição rápida ao ataque. A convocação também considera viagens e rodízios por conta da sequência entre Campeonato Brasileiro e Libertadores.
Contexto da partida
A partida contra o Bolívar é válida pela fase de grupos da Copa Libertadores, competição que o Tricolor encara com atenção redobrada devido à importância continental. O Bolívar, tradicional clube boliviano, costuma aproveitar o fator altitude quando joga em La Paz, com jogos a mais de 3.600 metros acima do nível do mar; isso sempre pede planejamento físico e tático diferenciado. Se o duelo for no Maracanã, o Tricolor terá o apoio da equipe e da torcida, transformando o estádio em um palco que já decidiu clássicos e campanhas históricas. Em qualquer cenário, a prioridade do Fluminense será controlar o ritmo e evitar surpresas do adversário.
O que muda sem Ganso
A ausência de Paulo Henrique Ganso (meia, Fluminense) altera sobretudo o roteiro de criação: o camisa 10 tradicionalmente organiza o jogo e assina passes verticais que rompem linhas. Sem ele, Zubeldía pode optar por um meio-campo mais dinâmico, com meias mais próximos aos atacantes para acelerar a transição, ou por reforçar a proteção à defesa em busca de contragolpes. A responsabilidade por bolas paradas e cobranças ficará com outros jogadores do elenco, e a comissão técnica já tem testado alternativas no treinamento para não perder qualidade ofensiva. Para o torcedor do Tricolor, a expectativa é ver entrega e organização em campo, independentemente do nome em campo.



