Álbum virtual da Copa 2026 traz só 11 jogadores brasileiros — confira a lista

Álbum virtual da Copa 2026 tem apenas 11 jogadores do Brasil; veja quem são | CNN Brasil
Imagem: Divulgação / Reprodução

Se liga, torcedor: a Fifa manteve a versão digital do álbum da Copa do Mundo de 2026, aquela plataforma que permite colecionar cromos sem gastar. A experiência é parecida com a do álbum impresso — pacotinhos virtuais, figurinhas repetidas e trocas entre colecionadores —, mas tem diferenças importantes no número de atletas por seleção. Essa versão online existe desde 2010 e segue atraindo quem gosta de colecionar, especialmente quem não quer pesar o bolso em figurinhas físicas. Para participar, é preciso criar conta na plataforma oficial da Fifa e resgatar os pacotes diários e eventuais promoções.

A plataforma digital oferece códigos promocionais e pacotes gratuitos diários; figurinhas extras podem surgir em ações e parcerias pontuais. A mecânica de troca entre usuários também está presente, então a comunidade vira parte do jogo para completar o álbum virtual. Entre a galera que frequenta o Maracanã e os que trocam figurinhas em São Januário ou no Nilton Santos, o costume de garimpar o cromo que falta segue firme, seja no Cariocão ou acompanhando a seleção rumo à Copa. Vale lembrar que o conteúdo online nem sempre espelha o livro impresso.

As figurinhas do Brasil

Na versão online da Fifa cada seleção aparece com 12 cromos: 11 jogadores e um espaço para o logo da federação — já o álbum impresso da Copa 2026 traz 19 figurinhas, com 18 atletas mais o logo. A redução no número de atletas online faz com que nomes apareçam no livro, mas não na plataforma digital, o que gera discussão entre torcidas. Para o torcedor carioca que curte a seleção e também acompanha o Brasileirão, a diferença é sentida: menos vagas online significa escolhas mais seletivas. O formato impacta a representatividade de atletas de times nacionais e europeus na coleção virtual.

Os 11 selecionáveis do Brasil no álbum online

  • Alisson (goleiro, Liverpool)
  • Marquinhos (zagueiro, Paris Saint-Germain)
  • Éder Militão (zagueiro, Real Madrid)
  • Gabriel Magalhães (zagueiro, Arsenal)
  • Casemiro (volante, Manchester United)
  • Bruno Guimarães (volante/meia, Newcastle United)
  • Vinícius Jr. (atacante, Real Madrid)
  • Rodrygo (atacante, Real Madrid)
  • Matheus Cunha (atacante, Atlético de Madrid)
  • Raphinha (pontas/atacante, FC Barcelona)
  • Estêvão (meia-atacante, Chelsea)

A lista acima mostra como a seleção brasileira foi compactada na versão digital: nomes de peso e jovens com apelo de mercado ficaram entre os 11 escolhidos. Entre esses, nomes como Vinícius Jr. e Rodrygo mantêm presença forte graças ao destaque no Real Madrid, enquanto Bruno Guimarães e Casemiro dão equilíbrio ao meio de campo, referência para a torcida que acompanha o Brasileirão e a Libertadores com olhar atento. O corte também reflete cenários europeus e a projeção comercial dos atletas, critério comum em edições digitais. Para os torcedores do Mengão, do Tricolor das Laranjeiras, do Glorioso e do Gigante da Colina, é papo para se discutir entre um jogo e outro no Maracanã, São Januário ou no estádio Nilton Santos.

Brasileiros fora do álbum virtual

  • Bento (goleiro, Internacional)
  • Danilo (lateral-direito, Juventus)
  • Wesley (atacante, RB Leipzig)
  • Lucas Paquetá (meia, West Ham United)
  • Luiz Henrique (atacante, Real Sociedad)
  • João Pedro (atacante, Brighton & Hove Albion)
  • Gabriel Martinelli (atacante, Arsenal)

Ficam de fora nomes que vinham brigando por espaço na convocação, e entre os ausentes há tanto jogadores em clube europeu quanto em elencos que disputam o Brasileirão. A ausência de atletas como Lucas Paquetá e Gabriel Martinelli na versão online — mesmo com presença no álbum físico — mostra que a seleção do cromo digital privilegia opções tidas como titulares ou de apelo global. Para o torcedor carioca, é curioso ver jovens promessas cortadas da versão virtual, porque muitos brilham em estádios do Rio e no calendário local antes de desembarcar na Europa.

No fim das contas, seja você mais fã do Flamengo, Vasco, Fluminense ou Botafogo, completar o álbum digital virou mais um hobby que se mistura com a rotina de campeonato: tem quem colecione entre uma rodada do Brasileirão e outra, quem troque figurinhas antes de um jogo no Maracanã e quem use a plataforma para acompanhar a montagem da seleção rumo à Copa do Mundo. A discussão sobre quem deveria estar no álbum — físico ou online — segue viva entre as torcidas, porque no futebol do Rio e do Brasil a paixão não entende de limites digitais.

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